Escola sem partido para quem?

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http://www.anped.org.br/news/entrevista-com-fernando-de-araujo-penna-escola-sem-partido-serie-conquistas-em-risco

Num contexto de conquistas em risco (seja por cortes em investimentos e programas, seja por ofensivas conservadoras no congresso e sociedade, investidas de empresários e fundações), como analisar a proposição de uma “Escola sem Partido”? De onde surge isso e qual seu impacto nas discussões sobre a escola pública?

A proposição de uma “escola sem partido” não é nova. O movimento com este nome foi criado em 2004, mas ganha força justamente neste contexto das ofensivas conservadoras. O primeiro projeto de lei que propunha a criação do “programa escola sem partido” em uma rede de ensino foi fruto de uma parceria entre o criador do movimento, Miguel Nagib, e o deputado estadual Flávio Bolsonaro. A localização da família Bolsonaro dentro do espectro de posicionamentos políticos é bem conhecida – uma evidência disso foi a presença de um homem fantasiado de Adolf Hitler para defender a proposição de uma “escola sem partido” em uma audiência pública proposta para discutir este tema na Câmara dos Vereadores do município do Rio de Janeiro.  Este projeto de lei se beneficia da falsa dicotomia imposta pelo próprio nome do movimento, entre uma escola com ou sem partido. É importante reafirmar que o que está em jogo quando falamos do “programa escola sem partido” é um projeto de escola na qual esta é destituída de todo o seu caráter educacional, pois, segundo o movimento em questão, professor não é educador.

Dentro deste contexto de conquistas em risco, o movimento escola sem partido incorporou outras pautas conservadoras que incialmente não faziam parte das suas bandeiras. Foi o caso do combate covarde contra a discussão de questão de gênero nas escolas. O termo “ideologia de gênero” vem sendo usado como uma forma política de manipulação do medo com base em informações falsas e distorções grotescas das práticas que acontecem nas escolas. O caso do estado de Alagoas pode ser ilustrativo deste processo. Lá, como em outros estados e municípios do Brasil, os debates sobre os planos de educação ganharam grande publicidade, mas, neste estado, a polêmica foi intensa por conta de um material falso intencionalmente divulgado como sendo de autoria do MEC, que continha imagens sugestivas e estímulo a práticas sexuais. O Ministério Público investiga o caso, mas o estrago já havia sido feito na opinião pública e diferentes grupos pressionaram pela remoção do termo “gênero” dos planos estaduais e municipais de educação. Foi convocada uma audiência pública para discutir o tema em Alagoas e o debatedor convidado foi justamente o advogado Miguel Nagib, que aproveitou a visita ao estado para persuadir um deputado a apresentar o projeto de lei “escola sem partido”, que lá ainda recebeu o nome ainda mais enganador de “Escola Livre”. No final das contas, tanto a retirada do termo “gênero” do plano estadual de educação quanto o projeto de lei “escola sem partido” foram aprovados naquele estado.

Esta proliferação de projetos que propõem o “programa escola sem partido” não surpreende, porque, no contexto de ofensiva conservadora, basta aos vereadores e deputados entrarem no site da organização onde existem dois anteprojetos de lei municipal e estadual. Existe um projeto tramitando em âmbito nacional, nove outros em diferentes estados e no distrito federal, além de inúmeros municípios. O projeto já foi aprovado no estado de Alagoas (o governador vetou o projeto e seu veto vem sendo discutido na Assembleia Legislativa) e nos municípios de Picuí-PB, Santa Cruz do Monte Castelo-SC e Campo Grande-MS.

O caso mais recente foi o do Projeto de Lei nº 8.242/16, de autoria do vereador Paulo Siufi, que foi protocolado pelo seu propositor, segundo o site da câmara municipal de Campo Grande, no dia 28/03/2016. No dia 29/03 foi enviado para receber o parecer da Procuradoria Municipal, que deu seu parecer “pela tramitação” no dia 31/03 e NO MESMO DIA ele já foi votado em urgência sem nem estar na pauta! E aprovado! Dois vereadores apenas foram contrários e questionaram porque o projeto estava sendo votado em urgência. Para completar o circo de arbitrariedades, o parecer da Procuradoria Municipal indicava que deveriam ser acolhidos os pareceres das Comissões de “Legislação, Justiça e Redação Final” e “Educação e Desporto”. Não há nenhuma referência aos pareceres destas comissões e nem houve tempo hábil para que elas tivessem sido consultadas! É gravíssimo! O projeto tenta silenciar os professores e é aprovado excluindo a participação da sociedade no debate!

O impacto da aprovação destes projetos para as discussões sobre a escola pública seria imenso. O projeto se propõe a combater a “doutrinação ideológica”, mas nem sequer define o que seria isso e apenas insiste na defesa da “neutralidade”. Mas quem define o que é “neutro” e o que é “ideológico”? Na ausência de uma definição no projeto de lei, vale a pena verificar o que diz o site da organização sobre o tema. Ao clicar no item “flagrando o doutrinador”, percebemos que o professor é representado como um criminoso dissimulado que corrompe os jovens inocentes e passivos. “Você pode estar sendo vítima de doutrinação ideológica quando seu professor se desvia frequentemente da matéria objeto da disciplina para assuntos relacionados ao noticiário político ou internacional”. Dissociações como estas, entre a matéria objeto da disciplina e o mundo fora da escola e entre educação e instrução, são uma ameaça a qualquer projeto de uma escola mais progressista. O PL 867/2015 propõe que seja vedada, em sala de aula, “a veiculação de conteúdos ou a realização de atividades que possam estar em conflito com as convicções religiosas ou morais dos pais ou responsáveis pelos estudantes”. Como fica o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena, por exemplo? O retrocesso seria enorme.

Não precisamos, no entanto, esperar a aprovação dos projetos escola sem partido para pensar o impacto das propostas deste movimento. Ao se aproveitar da grande polarização que vivemos no cenário político nacional, a perseguição de professores que se manifestam politicamente não para de crescer. Começam a surgir vários relatos de professores que perderam os seus empregos por se posicionar sobre temas polêmicos nas redes sociais e, portanto, fora do ambiente escolar. Os dois casos mais notórios foram o do professor Paulo Ramos demitido por suas declarações em redes sociais e por discutir violência e multiculturalismo nas suas aulas de sociologia e da professora de história que pediu sua demissão do Colégio Jesuíta Medianeira de Curitiba por estar sendo perseguida pelos pais devido a seu posicionamento contra o impeachment nas suas redes sociais. Estes são apenas os casos que ganharam notoriedade, mas certamente existem muitos outros. O movimento escola sem partido estimula este comportamento, ao representar os professores como corruptores da juventude e defender que os professores não têm liberdade de expressão no exercício da sua atividade profissional.

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Deus e o Diabo na terra da Edição brasileira | por José Luís Bizelli (Unesp) Coordenador Nacional do FEPAE

Se Kronecker tem razão e Deus criou os números, certamente o Diabo criou a estatística e com ela índices. O que quero dizer é que embora índices nos digam muitas coisas, nem sempre nos dizem o que lhes estamos perguntando. O Fator de Impacto pode ter auxiliado a compra das revistas mais usadas quando administradores de uma biblioteca, com parcos recursos financeiros, tiveram que escolher quais coleções de periódicos comprar. Transformar, porém, Fator de Impacto em medidor universal da produção científica é perguntar-lhe algo que ele não pode responder.

Talvez o pecado original que desencadeou a expulsão dos índices do paraíso da confiabilidade tenha sido o fato da humanidade tentar – ou ter a tentação de – representar qualidade através de números estratificáveis. Aperfeiçoamos o controle sobre números, somos capazes de entrecruzá-los de formas impensáveis ou inumeráveis imergindo em um fabuloso Big Data cada vez mais completo e complexo de informações. No entanto, qualquer índice de citação poderia revelar a qualidade de um artigo perdido no mundo dos dados? Não, provavelmente apenas a leitura atenta por pares, dentro de uma comunidade científica específica, poderia fazê-lo.

Não existe vacina ao fato de que o conhecimento está sujeito a saberes e rigores particulares a cada comunidade científica. Sobreviveriam nossas Teses de Doutorado à avaliação forjada dentro do Big Data, pautada em parâmetros globais de cientificidade? Bastaria aceite de revista com Fator de Impacto alto para que ela fosse considerada aprovada, sem a anuência explícita de uma comunidade universitária?

É claro que a ideia de especificidade de ciências não resiste à questão administrativa que estava presente no bureau dos administradores da biblioteca: qual a métrica para atender à distribuição de recursos – nem sempre tão parcos – solicitados por projetos científicos de diferentes comunidades?; ou mesmo, como justificar investimentos realizados – públicos ou privados – sem medir, a posteriori, seus impactos, facilitando procedimentos de accountability, sem os quais poderíamos ser interpretados como socialmente irresponsáveis, corporativistas, regionalistas, provincianos?

Para agravar o debate, hoje, tudo está na rede: a Ciência, as ciências, as métricas científicas, os patrocinadores, as empresas que consomem ciência, as empresas que vivem das métricas científicas, os veículos que difundem os conhecimentos, os cientistas e os cidadãos da aldeia global. Ou seja, hoje, permite-se a ilusão de uma visibilidade global. Ilusão porque os parâmetros com os quais vemos não são globais; não são passíveis de definição colaborativa; não estão disponíveis à reelaboração dos cientistas; estão sujeitos ao mercado a partir de preços fixados. Estamos diante de uma película em preto e branco que pode ser vista em cores segundo padrões estabelecidos por uma companhia de tintas. Diga-se de passagem, a tinta é produzida por abnegados coloristas que retiram seus insumos da natureza – física ou social – e desenvolvem seus produtos não recebendo nada por seu trabalho, a não ser o fato de ter suas tintas reconhecidas na película.

Medidores, avaliação e periódicos

Se esse é o mundo mensurável da ciência, como nos comportamos? Afinal, diga como você me mede que eu te digo como me comporto. Ou seja, se o padrão requerido para uma revista estar bem situada nos índices de produção científica for conter dez artigos por número, dos quais dois escritos em cirílico, dois em mandarim e o restante em qualquer língua desde que não seja inglês, que editor não sairia a buscar artigos em cirílico e em mandarim, vetando trabalhos escritos em inglês?

Todos queremos, honestamente, ter o trabalho produzido por nossas revistas bem avaliado e reconhecido pelo mundo acadêmico, porque revistas científicas – brasileiras ou não – têm peso importante na avaliação da produção de pesquisadores, principalmente daqueles que estão vinculados ao Sistema Nacional de Pós-Graduação. Todos queremos ter um lugar de destaque no Qualis, que por princípio deveria chamar-se Quantis, já que mede cada vez mais procedimentos estatísticos, situação frente a índices dentro de um universo percentual pré-definido, e menos conteúdos.

Ao entrarmos no mundo das avaliações concretas das revistas científicas a partir dos parâmetros que utilizamos na Educação, portanto, é preciso reconhecer que há avanços significativos no documento que a ANPED encaminha à coordenação de nossa área: buscar romper o circuito da competitividade; pensar a avaliação como instrumento formativo e processual; fortalecer os processos avaliativos e as equipes de avaliadores; equilibrar melhor os itens de avaliação; dar visibilidade ao processo de avaliação dando publicidade às fichas de avaliação; dar rigor e agilidade à elaboração do Qualis Periódicos e Livros; garantir a avaliação de início de período, salvo situação extrema; criar uma base de resumos e citações públicas com todos os periódicos brasileiros que permitisse gerar métricas de impacto das publicações; valorizar o trabalho de equipes editoriais e de pareceristas; definir os rumos da internacionalização, discutindo as tendências que se estabelecem no eixo Sul-Sul.

Para continuarmos avançando enquanto editores de periódicos de Educação, parece-me que seja necessário dar ênfase nos dois últimos pontos e questionar fortemente a questão das travas estatísticas dos extratos de avaliação, como forma de substituir a competição pela cooperação.

E o futuro

Tendo chegado do Primeiro Congresso Ibero-Americano de Revistas Científicas, que aconteceu na Cidade do México, de 02 a 04 de maio, na UNAM, poderia dizer que duas diretivas estão no horizonte. Uma de curtíssimo prazo vai ao encontro da produção de um índice mais próximo da Iberoamérica e que deve ser anunciada até o final de 2018. A outra, mais complicada, deve constituir-se como opção para nosso futuro de médio prazo – cinco anos – e propõe que os autores assumam as rédeas da divulgação inicial de seus textos. Em um grande mercado preprint, o papel das revistas científicas seria apenas avaliar e chancelar a publicação. Ou seja, não nos faltam desafios para pensar o futuro.

José Luís Bizelli

Coordenador Nacional do FEPAE

Editor da Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação

Professor da UNESP

 

FONTE: Anped – http://www.anped.org.br/news/deus-e-o-diabo-na-terra-da-edicao-brasileira-por-jose-luis-bizelli-unesp-coordenador-nacional

A Ensaio no 3º congresso internacional de Editores Redalyc!

http://congreso.redalyc.org/ocs/public/congresoEditores/publicacion-posteres.html#SeleccionAncla

revista Ensaio_Fátima Cunha e Erika Dias_Cesgranrio

A revista Ensaio e o seu compromisso com a difusão do conhecimento

Argumento

A Ensaio contribui para a difusão do conhecimento na área da Educação publicando textos relevantes para os leitores especializados ou não. Os artigos são oriundos de pesquisas qualitativas, quantitativas e/ou quali/quantitativas, bem como, são ensaios, reflexões profundas, embasadas em bibliografia recente e pertinente sobre políticas públicas em Educação ou em avaliação educacional.

 

Todos os anos recebemos mais de uma centena de artigos, dezenas deles pesquisas acadêmicas, financiadas por agências de fomento dos países das quais são originárias, elaboradas por pesquisadores reconhecidos, pesquisadores iniciantes e professores/pesquisadores.

Estes artigos são checados em virtude do plágio que, infelizmente, existe no meio acadêmico, e, sendo aceito para avaliação, são analisados por especialistas no sistema duplo-cego e ao serem aceitos para publicação passam por um processo de editoração final, marcação xml, inserção do DOI a fim de que a pesquisa seja disponibilizada o mais rápido possível nos indexadores que a Esnaio está inserida (Scielo, Educ@, Redalyc, Doaj, Latindex, Scopus, entre outros). Objetivando dar acesso ao público, formado por profissionais da área ou não, a textos que tratam sobre o estado da Educação no Brasil e no mundo, comparando e aprendendo com outras realidades que não a nossa, a fim de melhorarmos internamente o nosso sistema educativo. Entendemos que sem a circulação da informação de forma aberta este objetivo não seria cumprido.

 

Ideias que sustentam o argumento

Para se ter uma ideia, a Ensaio recebeu em 2015 cento e dez artigos; em 2016 recebemos 155 artigos; em 2017 recebemos 172 artigos; em 2018 já estamos com mais de 80 artigos. Anualmente publicamos 40 artigos em 4 revistas, em cada uma destas revistas procuramos sempre publicar ao menos um artigo que seja em espanhol, que discuta uma realidade diferente da nossa. Publicamos, usualmente, para cada bloco de dez artigos, um artigo de autores portugueses, um ou dois artigos em espanhol – em sua maioria de pesquisadores da América Latina -, mais precisamente do Chile, Equador, Peru e da Colômbia.

Como sabemos, a América Latina segue sendo um continente que espera que a educação seja um agente de mudança, de resolução dos grandes desafios que historicamente nos têm mantido, ainda hoje, como um dos territórios de maior desigualdade social. Embora tenhamos isso em comum, há diferenças nas realidades de cada país, e são estas diferenças e também as semelhanças que estão sendo investigadas nos artigos que publicamos, a fim de nos beneficiarmos dos avanços na Educação dos outros países. (Donoso-Díaz, 2016).

 

É interessante para a realidade da Educação brasileira entender como no Chile, por exemplo, a Educação básica melhorou. Como melhorou e porque melhorou. (BELLEI, C. et al, p. 13).

Como os princípios do brasileiro Paulo Freire podem afetar o ensino e a aprendizagem em tantos níveis e como sua obra é tão presente em dezenas de países, incluindo os da América Latina. Entendemos como Paulo Freire é relevante e atual pois seus ensinamentos sempre viram a necessidade de construir coletivamente processos de empoderamento de cidadãos – ação social coletiva de participar de debates que visam potencializar a conscientização civil sobre os direitos sociais e civis -, tomando como horizonte o respeito às diferenças e considerando os múltiplos contextos e histórias de vida dos sujeitos (FREIRE, 2011).

Por isso, para o pesquisador brasileiro, argentino ou mexicano, é tão relevante compreender de que forma a Educação básica e a Educação Superior no Chile melhorou, como se deu este melhoramento e de que forma isso pode ser aplicado aqui no Brasil. O Chile é apenas um exemplo. O interessante de publicarmos artigos que exploram um contexto diferente do que vivemos, para além da difusão do conhecimento em muitos níveis, é o de percebermos a necessidade de construir coletivamente processos de empoderamento – enquanto ação social coletiva de participar de debates que visam potencializar a conscientização civil sobre os direitos sociais e civis dos cidadãos -, tomando como horizonte o respeito às diferenças, considerando os múltiplos contextos e histórias de vida dos sujeitos, como nos ensinou o educador brasileiro Paulo Freire. (FREIRE, 2011).

 

Conclusão

Nossa tarefa é, portanto, expandir e fazer circular a informação científica no campo da Educação, pois acreditamos que a Educação e o conhecimento precisam ser para todos. Desta forma, pesquisadores, professores e estudantes de todas as partes poderão se beneficiar das experiências e vivências de sistemas educativos distintos, a fim de transformarem suas próprias realidades. Afinal, conforme Gramsci (1979), a Educação precisa ser um agente transformador da realidade, isto é, deve propiciar subsídio intelectual para construção de processos contra hegemônicos que superem as contradições presentes nas nossas sociedades.

 

 

Bibliografia

 

BELLEI, C. et al. Escuelas efectivas en sectores de pobreza: ¿Quién dijo que no se puede?. Chile: Unicef, 2003.

 

DONOSO-DÍAZ, Sebastián. (2016). EDITORIAL. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação24(92), 494-497. https://dx.doi.org/10.1590/S0104-403620160003000011

 

FREIRE, Paulo.  Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Editora Paz e Terra; 2011.

 

GRAMSCI, A. Os Intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1979.

 

 

 

O 2º número da Revista Linhas está no ar

É com grande satisfação que divulgamos o segundo número da Revista Linhas de 2018, com o Dossiê “Avaliação e Currículo em Educação Infantil: Diálogos entre Itália e Brasil”.

Desejamos a todos uma boa leitura!

http://periodicos.udesc.br/index.php/linhas/issue/view/635

 

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Ensaio 99 disponível no SciELO

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A revista Ensaio 99, A1 na área da Educação e Ensino, já está disponível no site do Scielo.

Neste número publicamos 10 artigos – sete em português, dois em inglês e um em espanhol -, e um editorial em português.

São contribuições de pesquisadores nacionais e internacionais que discutem questões de políticas públicas em educação no Brasil,  em Portugal e na América Latina.

Confira a Ensaio online em http://scielo.br/ensaio e leia todos os artigos abaixo na íntegra.

editorial

·  Diversidade e controle: dilemas da avaliação e do currículo?
Ana Ivenicki

artigos

·  A influência do género nas salas de aulas de ciências: um estudo com docentes e estudantes de 9º ano
Margarida Oliveira,  Pedro ReisLuís Tinoca

·  Festival de professores como uma forma orientada para a prática de aperfeiçoamento das habilidades dos professores
Elena E. Merzon,  Yury V. SenkoElena V. Salimullina

·  “O que é o bom resultado?” Indagando o sentido da avaliação e suas articulações curriculares
Rita de Cássia Prazeres FrangellaJuliana Camila Barbosa Mendes

·  Diagnósticos da escolarização básica: um confronto de perspectivas
Alceu Ravanello Ferraro

·  Desenho e construção de um instrumento de avaliação da competição matemática: aplicabilidade prática de um julgamento de especialistas
Ramón García Perales

·  O direito à diversidade na via da interculturalidade no currículo escolar
Ana Maria EyngGlaucio Luiz Mota, Mônica Luiza Simião Pinto e Cleumir Sehn

·  As redes da Educação Integral no Distrito Federal sob o prisma da Gestão Escolar
Ivonete Ferreira de Sousa, Ranilce Guimarães-Iosif e Sinara Pollom Zardo

·  O papel dos testes padronizados na política educacional para o ensino básico nos Estados Unidos
Remo Moreira Brito Bastos

·  Políticas Públicas em Educação Superior a Distância – Um estudo sobre a experiência do Consórcio Cederj
Georgia de Souza Assumpção, Alexandre de Carvalho Castro e Álvaro Chrispino

·  Formação do empreendedor social e a educação formal e não formal: um estudo a partir de narrativas de história de vida
Lucimar da Silva Itelvino, Priscila Rezende da Costa, Maria da Glória GohnClaudio Ramacciotti

Acesse a Ensaio online em http://scielo.br/ensaio

Colóquios em Ensaio – VIII Edição

A revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação tem o prazer de convidar para a 8ª edição da série “Colóquios em Ensaio”, que acontecerá no dia 17 de abril, terça-feira, das 14h às 16h, no TEATRO BETH SERPA, da Fundação Cesgranrio, campus Rio Comprido. Na ocasião a Professora Thereza Penna Firme, mediada pela Professora Fátima Cunha, conversará com o público sobre avaliação. Pedimos que a sua presença seja confirmada até o dia 13/04/18 através do e-mail ensaioeventos@cesgranrio.org.br, contendo nome, instituição, e-mail.

Fotos: Cláudio Pompeu
Fundação Cesgranrio

Ensaio convida: VIIIª Edição – Série Colóquios em Ensaio

 

convite e-mail

Thereza Penna Firme

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Foto: Cláudio Pompeu – Fundação Cesgranrio

 

Professora Fátima Cunha

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Foto: Cláudio Pompeu – Fundação Cesgranrio