X Conversa com o autor “Multiculturalismo e formação de professores: dimensões, possibilidades e desafios na contemporaneidade”

 

O multiculturalismo é aqui entendido como um conjunto de respostas à diversidade cultural e desafio a preconceitos, no campo educacional. Defende e desenvolve três argumentos centrais, a saber: o multiculturalismo não deve ser tratado como um adendo ao currículo ou perspectiva reduzida a projetos extracurriculares; é relevante considerar modos pelos quais a construção curricular poderia articular a perspectiva multicultural aos diferentes campos de saber e disciplinas que constituem o currículo de formação de professores; é, a partir da visão de articulação do currículo e da pesquisa, concebida pelo olhar do multiculturalismo, que acreditamos que a formação inicial e continuada de professores pode ser incrementada, em uma visão transformadora.

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X Conversa com o autor 03/10/18

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Lançamento da Ensaio 100 – Fundação Cesgranrio

Ensaio: avaliação e políticas Públicas em Educação

Educação e Pesquisa

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40362018000300505&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

 

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No dia 21 de agosto de 2018 foi lançada a revista Ensaio de número 100.

A revista Ensaio, especializada na divulgação de pesquisas e estudos
no âmbito educacional, publicou agora em agosto a edição especial de
número 100. São 30 artigos que abordam evasão escolar, formação de
docentes, violência nas escolas, gestão universitária entre outros
temas sobre a realidade educacional.
Além do material produzido pelos colaboradores brasileiros, foram
publicados artigos de especialistas de Moçambique, Portugal, Equador,
Chile e Espanha. Um artigo de coautoria entre Estados Unidos e
Cazaquistão.
A revista Ensaio é publicada pela Fundação Cesgranrio desde 1993.
São quatro edições por ano com tiragem de 1.500 exemplares cada. A
publicação é gratuita e distribuída em universidades públicas e
particulares de todo o Brasil.

Em junho do ano passado, a Ensaio recebeu pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) a classificação
A1 na área de Educação, classificação correspondente ao quadriênio 2013-2016. O A1
é o mais alto conceito de qualificação atribuído a periódicos
científicos brasileiros, apenas 4% das revistas da área de Educação foram qualificadas neste estrato.

O lançamento oficial da revista foi na Presidência da Fundação Cesgranrio e contou com a presença de autoridades, reitores, professores de Programas de Pós-Graduação das Universidades do Rio de Janeiro, pesquisadores, alunos e funcionários da instituição.

Para acessar a revista clique em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0104-403620180003&lng=en&nrm=iso

 

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Equipe Ensaio

 

Ensaio no Blog do Scielo

http://humanas.blog.scielo.org/blog/2018/08/20/sobre-a-influencia-do-genero-no-ensino-e-na-aprendizagem-das-ciencias/

O artigo com o título “A influência do gênero nas salas de aulas de ciências: um estudo com docentes e estudantes de 9.º ano” (OLIVEIRA, REIS, TINOCA, 2018), publicado no periódico Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação (v. 26, n. 99), apresenta um estudo que pretende dar a conhecer, considerando o gênero, quais as estratégias de aprendizagem preferidas por estudantes e quais as estratégias de ensino desenvolvidas por docentes de ciências.

Embora moços e moças refiram gostar de se empenhar para ter o melhor trabalho, elas parecem preferir um ambiente de trabalho colaborativo, enquanto eles se aproximam da preferência por um ambiente mais competitivo. Simultaneamente, elas procuram, mais do que eles, corresponder ao que é esperado pelas(os) docentes em relação ao papel da(o) estudante. Estas diferenças poderão não resultar de diferenças biológicas entre os sexos, mas dos papéis tradicionais de gênero em que somos socializadas(os). No entanto, tendo em conta que as(os) docentes procuram promover, com frequência, o trabalho colaborativo e ser pouco frequente atribuírem recompensas pela conclusão de uma tarefa, poderemos encontrar uma vantagem para as moças já que elas manifestam preferência por um ambiente mais colaborativo e menos competitivo.

Contudo, os resultados sugerem que não existem muitas diferenças entre gêneros, não se podendo afirmar que as práticas docentes favorecem mais claramente um gênero do que o outro. Assim, na maioria das situações analisadas, registra-se um distanciamento entre as práticas docentes e as preferências manifestadas por moças e moços, aproximando-se as opções docentes de um ensino onde a(o) aluna(o) tem um papel mais passivo e as de estudantes de um ensino onde têm um papel mais ativo.

Tendo em conta os resultados, os autores concluem que se afigura fundamental olhar para as práticas docentes que, continuando distantes das práticas defendidas pela pesquisa em didática das ciências, poderão estar a interferir de forma negativa na aprendizagem, prejudicando quer moços quer moças, afastando-os de percursos nas ciências. Consideram que as(os) docentes são uma peça essencial para, com a sua ação, ajudar a promover, nas(os) estudantes, o interesse por um conteúdo ou o gosto pela aprendizagem em geral (Hidi; Renninger; Krapp, 2004). “As(Os) docentes são os primeiros agentes de mudança na escola, mas têm de contar não só com os condicionalismos exteriores que vão encontrando, mas também com a sua própria história como alunas(os), a maioria produto de um ensino transmissivo”. A sua história condiciona de forma poderosa a prática pedagógica, e esses modelos tornam-se mais significativos na planificação das suas lições do que os modelos das atuais teorias instrucionais (Windschitl, 2002).

Os dados do estudo foram recolhidos numa amostra de 523 estudantes, 289 alunas e 234 alunos, que frequentavam o 9.º ano de escolaridade, e 77 docentes de ciências que lecionavam o mesmo ano de escolaridade, 63 professoras e 14 professores. Para o efeito construíram-se dois questionários, um para docentes e outro para estudantes, com uma estrutura similar para que pudessem ser posteriormente analisados em conjunto.

O estudo apresentado integra uma investigação mais vasta realizada no âmbito de um Doutorado em Educação (da autoria da primeira autora deste artigo), integrado no Programa Doutoral em Didática das Ciências do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, onde se pretende construir conhecimento sobre os estereótipos que docentes e estudantes possuem acerca da influência do gênero na aprendizagem das ciências e sobre o eventual impacto que estes podem ter, para ambos os gêneros, no processo de ensino, no processo de aprendizagem, e na opção por carreiras científicas.

Leia o Press Release completo em:

http://humanas.blog.scielo.org/blog/2018/08/20/sobre-a-influencia-do-genero-no-ensino-e-na-aprendizagem-das-ciencias/foto 99

Lançamento: Ensaio 100

É com um imenso prazer que apresentamos a centésima edição da revista Ensaio. Esta é uma edição especial comemorativa, que contempla 30 artigos de autores nacionais e internacionais.

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Todos os artigos já se encontram disponíveis na página da Ensaio no SciELO.

Acesse:  http://www.scielo.br/ensaio

 

V CONAVE 2018 _ 03 a 05 de dezembro de 2018 Bauru -SP

 

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Estão abertas as inscrições para o V CONAVE 2018. Nesta edição o tema “Da Educação Básica à Educação Superior: Avaliação, formação de professores e o direito à Educação” direciona o debate para promoção da:

  • discussão sobre as possíveis articulações entre a avaliação da Educação Superior, a Avaliação da Educação Básica, a formação de professores e o direito à Educação;
  • discussão sobre os resultados das avalições de Cursos de Graduação e de Programas de Pós-Graduação e as suas contribuições e impactos para a melhoria/transformação da qualidade da Educação Básica e de políticas de formação de professores;
  • divulgação e análise dos resultados das avaliações em larga escala e institucionais;
  • divulgação de pesquisas e de grupos de pesquisas sobre avaliação da Educação Superior e avaliação da Educação Básica.

O evento será realizado em Bauru/SP no período de . Os eixos temáticos são:

  • E1. Avaliação em Educação Infantil
  • E21. Avaliação em Ensino Fundamental e Médio: Matemática
  • E22. Avaliação em Ensino Fundamental e Médio: Linguagem
  • E23. Avaliação em Ensino Fundamental e Médio: Ciências da Natureza
  • E24. Avaliação em Ensino Fundamental e Médio: Outras Áreas
  • E3. Avaliação em Ensino Superior
  • E4. Avaliação de Sistema e Gestão Educacional

 

Temos a honra de convidá-lo(a) para participar desta edição, submetendo trabalhos nas modalidades Relato de Experiência ou Comunicação Ciêntifica. O sistema de cadastro, inscrição e submissão de trabalhos está disponível em: (http://www.conave-unesp.com.br/cnv/main/)

 

Este é um congresso com com revisão cega, por pares.
Para mais informações, acesse: http://www.conave-unesp.com.br/
Datas Importantes:
– Prazo de Submissão: 07 de Outubro, 2018.
– Prazo de Inscrição: 15 de Outubro, 2018.
– Evento: 03 a 05 de Dezembro, 2018.