Enem 2017 terá taxa mais cara; inscrições começam no dia 8

Fonte: G1 Educação

Inscrições começam em 8 de maio às 10h. Exame será aplicado em dois domingos: 5 e 12 de novembro; taxa de inscrição subiu de R$ 68 para R$ 82.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai ficar mais caro para quem não conseguir isenção. Em 2017, a taxa para se inscrever nas provas subiu de R$ 68 para R$ 82. O novo valor, que representa um aumento de 20,5%, consta no edital publicado nesta segunda-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU). Além disso, o texto confirma as mudanças no Enem já divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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VI Conversa com o autor debate construção dos argumentos que fundamentam o PNE

O departamento de Projetos Especiais, liderado pela Professora Fátima Cunha e responsável pela Revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, da Fundação Cesgranrio, promoveu no dia 27 de março, no Teatro Cesgranrio, a VI “Conversa com o autor”. O encontro reuniu os professores Claudia Alvarenga (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Tarso Mazzotti (Universidade Estácio de Sá) para debater com o público o artigo “Análise dos argumentos que apresentam as 20 metas do Plano Nacional de Educação”, veiculado na Ensaio 94.

Segundo os autores, seu estudo objetivou analisar retoricamente os materiais discursivos do Caderno Digital “Conhecendo as 20 metas do PNE”, que apresenta o Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014. A intenção foi verificar a abordagem dos redatores do caderno, de forma a compreender como os argumentos foram encadeados no texto e o entendimento que buscava incutir na comunidade escolar, responsável pela aplicação prática da lei.

O evento foi aberto pela professora Marília Nogueira, editora executiva da Revista Ensaio. Ela agradeceu a presença do público e passou a palavra aos autores.

A apresentação foi conduzida pela professora Claudia, a qual destacou que o método adotado na confecção do texto, mais do que informar, tinha vistas a atrair, persuadir e estimular o público leitor em favor da adoção das metas propostas:

– Esse caderno é dirigido aos professores e à comunidade que trabalha mais diretamente com os estudantes. Nós examinamos esse material para compreender, nos discursos, o que se diz relevante para constituir um cidadão escolarizado. Analisamos os argumentos que os elaboradores e os redatores consideram mais convincentes, mais persuasivos, que eles julgam de maior influência sobre o corpo docente, no sentido de engajar na execução do PNE. Para isso, é proposta a análise retórica do material discursivo, porque ela permite conhecer os raciocínios que mais influenciam ou que promovem a adesão ou até mesmo a rejeição do interlocutor. Com isso, é possível expor os objetos de acordo, ou seja, o que é compartilhado pelos grupos, além de evidenciar os pontos que são objeto de discórdia e de controvérsia entre quem escreve e quem lê. E, com isso, expõe-se os valores e as crenças, as representações que estes grupos têm acerca da educação escolar. Aqui não cabe dizer se é bom ou se é ruim, se o orador estava mal-intencionado, querendo enganar os professores. Não se trata disso. Nós observamos o discurso para entender de que maneira se conduzem os raciocínios para observar o que tem adesão e o que tem rejeição, ou seja, qual é a disputa de valores e de representações e crenças nesse “jogo”. Até porque esse tipo de documento não tem concordância plena, ele sempre pode ser contestado e desacreditado. A nossa ideia é mostrar que o caderno digital tenta uma estratégia de mobilizar e justificar ainda mais o porquê do Plano – declarou.

O professor Tarso teve participação mais ativa na rodada de perguntas sobre o artigo. Ele mencionou a necessidade de aprofundar a busca pelo desenvolvimento da educação para além da concordância de que se “há de melhorar a qualidade”, sem definir claramente o padrão de qualidade que se almeja:

– Eu queria chamar a atenção para a palavra “qualidade”. Todo mundo sabe o que é, mas é difícil explicar. E, mais ainda, seus desdobramentos: como podemos ampliar a qualidade? Nenhum documento nacional explica isso. Temos que alcançar os níveis do Pisa – por quê? O que nós não estamos discutindo quando se fala de educação é aquilo que define o educando. Nós determinamos o percurso e isso precisa de dinheiro e engajamento, porque precisamos “atingir uma qualidade”. Mas é essa qualidade que ninguém explica. Esse é um dos aspectos de retórica que é importante. Todo mundo concorda com aquilo que é polissêmico, mas ninguém sabe o que está sendo dito. Com isso, ficamos presos em uma disputa quanto ao significado que cada grupo atribui àquilo que está sendo dito – afirmou.

Claudia Alvarenga é Doutora em Educação pela Universidade Estácio de Sá (2016), onde também fez o Mestrado em Educação (2012). Especialista em Docência Superior pela Faculdade Béthencourt da Silva (1999) e graduada nos cursos de Bacharelado em Composição (1998) e Licenciatura em Música (1990) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Claudia é professora de música no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1998, tendo lecionado anteriormente na rede municipal do Rio de Janeiro e no Colégio Pedro II. Em suas atividades artístico-musicais, destacam-se os trabalhos desenvolvidos como cantora, compositora e arranjadora com temas que abrangem cantos étnicos, uso não tradicional da voz e canto coral.

Tarso Mazzotti é graduado em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1972), mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1978) e doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (1987). É professor titular de Filosofia da Educação pela UFRJ. Atualmente, é pesquisador associado da Fundação Carlos Chagas, colíder do Grupo de Pesquisa Retórica e Argumentação na Pedagogia e coordenador do Programa de Pós-Graduação da Universidade Estácio de Sá. Tem larga experiência em orientação de mestrandos e doutorandos, atuando principalmente nos seguintes temas: epistemologia, retórica, representações sociais, filosofia da educação, e educação ambiental.

“Conversa com o autor” é uma iniciativa concebida e executada pela equipe de Projetos Especiais que visa promover o constante debate sobre a Educação brasileira. Para isso, convida autores que publicaram seus textos na Revista Ensaio para dialogarem com professores, estudantes, pesquisadores e outros profissionais da área de ensino.

Clarissa Macedo – Assessoria de Imprensa da Fundação Cesgranrio

ES: Escola reduz evasão, leva prêmios e põe professor entre top 10 do mundo

Fonte: UOL Educação

Quem chega a Boa Esperança, no norte do Espírito Santo, é praticamente recebido pela E.E.E.F.M. Antonio dos Santos Neves, a principal escola do município. O prédio azul do colégio estadual, rodeado por palmeiras, fica localizado em frente a uma acanhada estação rodoviária na região central da cidade.

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Mudança no Enem 2017 aumenta o rigor para pedidos de isenção da taxa; entenda o que muda

Fonte: G1 Educação

Segundo o MEC, ‘a comprovação, a partir do Enem 2017, será mais completa’, Entenda os critérios e veja como saber se você se encaixa neles.

 O processo de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai se tornar mais difícil para quem quer pedir a isenção da taxa. De acordo com as mudanças no Enem 2017 anunciadas pelo Ministério da Educação na quinta-feira (9), os estudantes que têm direito à isenção por serem de famílias de baixa renda e que estejam cadastrados em sistemas de benefícios sociais do governo federal precisarão inserir mais documentos de identificação no sistema de inscrição do Enem.

Cerca de 15% das instituições de ensino superior têm avaliação insuficiente

Fonte: UOL Educação

Cerca  de 15% das instituições de ensino superior tiveram índices de avaliação considerados insuficientes pelo Ministério da Educação (MEC). Os dados são do Índice Geral de Cursos (IGC) de 2015, divulgados hoje (8).

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