A Comissão de Educação organizou ciclo de debates sobre a Base Nacional Comum Curricular

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados

O Seminário aconteceu no dia 31/5 das 9h às 18h.
 A Comissão de Educação organizou ciclo de debates sobre a Base Nacional Comum Curricular
Mesa de Abertura

 A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou Ciclo de Debates sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no dia 31 de maio. A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou Ciclo de Debates sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no dia 31 de maio .  O Ciclo de Debates provém do atendimento em conjunto dos requerimentos n° 157/16, n° 158/16, n° 159/16, n°160/16e n° 161/16 do Deputado Rogério Marinho (PSDB/RN) e n°27/15 da Deputada Professora Dorinha Seabra Rezende ( DEM/TO).

 Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) será a referência para a formulação e implementação de currículos para a formulação dos Projetos Pedagógicos das escolas em todos os Entes Federativos.

Esse currículo comum é um avanço em relação a outras normas anteriores por definir direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, aos quais todas as crianças, adolescentes e jovens brasileiros devem ter acesso ao longo de seu processo de escolarização.

A BNCC se fundamenta em princípios éticos, políticos e estéticos para estabelecer os Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento, que devem ser o mote de toda a escolarização básica. Em cada etapa de escolarização – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio –  esses Direitos subsidiam a definição dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos componentes curriculares.

 Veja o que a  Câmara Notícias elaborou sobre esse Seminário.

Leia Mais

Base Nacional Comum Curricular em Debate

Se ao lançar a proposta de Base Nacional Comum Curricular o MEC buscava o debate, sem dúvida o objetivo foi alcançado. Anunciado pelo ministério como documento provisório, as críticas começaram a surgir de todos os lados. Muitas coisas estão por trás tanto do documento em si, como das críticas feitas a ela. Podemos perceber com alguma clareza uma disputa entre projetos um tanto distintos para o sistema educacional brasileiro. Cabe, portanto, à Ensaio, uma revista plural e democrática, facilitar ao seu leitor o acesso à todas as informações referentes à BNCC. Especificamente na área de educação as duas principais associações de classe – ANPED e ANPAE –  se posicionaram publicamente sobre a BNCC. Para quem tiver interesse, bastar acessar os links a seguir:

http://www.anpae.org.br/website/documentos/ANPAE-Doc-Preliminar-de-analise-da-BNCC-02-11-2015.pdf

http://www.anped.org.br/forum/uploads/Uploader/f5/455e6133d4d03bb4b0855b96d5d556.pdf

http://www.anped.org.br/system/resources/W1siZiIsIjIwMTUvMTEvMzAvMTlfNDdfNDZfNDcyX09mX2Npb18wMV8yMDE1X0NORV8xXy5wZGYiXV0/Of%C3%ADcio%2001-2015_CNE%20(1).pdf

 

Base Nacional Comum Curricular na Ensaio

Em outubro de 2015 o MEC tornou público a primeira versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Desde então o documento vem gerando debates acalorados envolvendo professores, entidades de classe e ONG’s que se dedicam à educação. No entanto, a preocupação com o Currículo Escolar nada tem de nova. Há tempos os principais educadores do país já demonstram essa preocupação e produzem importantes reflexões sobre o tema. Um belo exemplo é o artigo do Professor Doutor Antônio Flávio Barbosa, que a Ensaio teve o prazer de publicar. Em “Currículo e Gestão: propondo uma parceria”, Antônio Flávio analise a forma como as escolas têm lidado com as incertezas do futuro e sugere o a experiência finlandesa como um bom modelo a ser seguido. Neste sentido, destaca a importância da parceria entre os principais personagens da engrenagem educacional e o papel central que o Currículo tem nesse processo.

Para ler o artigo acesse: Ensaio 80

Novo currículo escolar tem problemas em Português, Matemática e História

Fonte: G1

MEC decide alterar texto sobre língua portuguesa após receber 9,8 milhões de sugestões

Brasília — As críticas ao conteúdo dos novos currículos para escolas brasileiras, a chamada Base Nacional Comum Curricular, vão muito além da parte dedicada ao ensino de História. Em Português, o Ministério da Educação já decidiu que o texto final do currículo deverá ter mais conteúdos de gramática. Isso porque, no documento atual, que foi submetido à consulta pública e já recebeu mais de 9,8 milhões de sugestões, as regras gramaticais só são ensinadas de forma clara até o 3º ano do ensino fundamental.

Também no currículo de Matemática problemas têm sido apontados por especialistas. O conceito de fração, por exemplo, é ensinado só no 4º ano no texto em debate, mas estudos mostram que o tema deve ser abordado ainda na pré-escola.

— Já se sabe que, no ensino da Matemática, o estudo da ideia da parte pelo todo (fração) é fundamental e deve ser introduzido cedo. Entrar neste conteúdo tardiamente cria uma dificuldade imensa para o aluno — explicou Paula Louzano, pós-doutoranda da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), que estuda currículos nacionais do mundo.

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