Profissional valorizado e com boa formação garante uma educação avançada e de qualidade

Fonte: Ministério da Educação

Oficializado como feriado escolar pelo Decreto Federal Nº 52.682/63, o Dia do Professor é comemorado anualmente no país no dia 15 de outubro. “Uma educação pública de qualidade passa necessariamente pela valorização dos professores”, avalia o ministro da Educação, Mendonça Filho, ao defender a importância de estimular o professor nessa nobre missão de ensinar.

“Vamos ampliar a formação do professor com programas melhor formatados e apoio aos programas já existentes”, garante o ministro. Além disso, ele destaca a criação de oportunidades para atrair jovens para cursos de formação de professores e o acesso à formação continuada. Para Mendonça, as festividades realizadas nas instituições de ensino, envolvendo pais e alunos, promovem e reforçam a função de mestre que o professor tem na sociedade moderna.

“Quando falamos em educação básica precisamos dos prefeitos e governadores, dos secretários estaduais e municipais de educação e dos coordenadores, para mobilizar ao máximo os professores do Brasil em favor de uma educação pública de boa qualidade”, explica Mendonça Filho, que vê o professor como peça chave para a construção de uma educação de qualidade e avançada. Leia mais

Antônio Gois e Maria Helena Guimarães de Castro no Educação 360

Antônio Gois e Maria Helena Guimarães de Castro discutem, no Educação 360, acerca da medida provisória (MP) sobre a reforma do Ensino Médio apresentada pelo governo federal nesta quinta-feira (22).

Professora Fátima Cunha, editora da revista Ensaio, e a secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, no Educação 360

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A Professora Fátima Cunha, Editora da revista Ensaio, e a secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, prestigiam a terceira edição do Educação 360, um encontro internacional que reúne pessoas que vivenciam e pensam a educação sob diferentes e novos pontos de vista e põem em prática iniciativas transformadoras.

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Reitores conhecem detalhes sobre nova avaliação de estudantes

Fonte: Ministério da Educação

Cerca de 250 reitores de instituições de ensino superior e coordenadores de curso de graduação em medicina se reuniram nesta terça feira, 13, no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para conhecer detalhes sobre a Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina (Anasem). Previsto na Lei nº 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, o exame será aplicado pela primeira vez em 9 de novembro deste ano, inicialmente a estudantes do segundo ano dos cursos de medicina.

A presidente do Inep, Maria Inês Fini, destacou que o formato final da avaliação tem evoluções em relação à primeira proposta, instituída em 1º abril pelo Ministério da Educação. Ela explicou que a Anasem foi concebida, a princípio, como um instrumento único, integrado ao Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos no Exterior (Revalida). No entanto, MEC e o Inep decidiram rever essa decisão e, em 25 de agosto, publicaram portaria determinando que a Anasem seja um instrumento articulado ao Revalida, mas independente tanto nos objetivos quanto na aplicação e metodologia.

Maria Inês enfatizou ainda que os resultados da avaliação poderão servir de referencial de qualidade do ensino médico e se constituir em modalidade única ou complementar aos processos de seleção para residência médica. De acordo com a presidente do Inep, outra modificação importante é a determinação de que a responsabilidade pela inscrição na prova é das instituições de ensino superior. “Na primeira versão da portaria, cabia aos estudantes habilitados fazer esse procedimento. Porém, a participação na avaliação é um componente curricular obrigatório para a obtenção dos diplomas dos cursos de medicina”, disse.

Prova – A formação adequada dos estudantes de medicina é o foco da avaliação. Serão considerados os conhecimentos, as habilidades e as atitudes desenvolvidas durante a graduação, tendo como referência as diretrizes curriculares nacionais desses cursos. O Inep, responsável pela gestão da prova, constituirá o Comitê Técnico de Avaliação da Formação Médica.

As provas da primeira edição da Anasem serão realizadas das 13h às 19h (horário de Brasília) do dia 9 de novembro, nas próprias instituições onde o curso é oferecido. Serão 60 questões de múltipla escolha e três itens discursivos. As inscrições devem ser realizadas pelas instituições de 15 a 20 de setembro, no portal do Inep.

Professora Mírian Paura fala sobre a atual situação da Educação no Brasil

Em entrevista à revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, a Professora Mírian Paura, Orientadora Educacional (UERJ) e Doutora em Filosofia pela Universidade Gama Filho, fala sobre a atual situação da Educação no Brasil.

Relato de Pesquisa: Professora Rosa Torte fala sobre o Projeto “Apostando no Futuro”: Estudo Avaliativo/2015

Em entrevista à revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Professora Rosa Torte, Doutora em Educação pela Universidade do Minho, fala sobre o Estudo Avaliativo do Projeto Apostando no Futuro.

Mobilização inédita pela educação

Fonte: Folha de S. Paulo

(Artigo de Manuel Palácios)

Os jornais noticiam, seus editores e colunistas opinam, milhares de reuniões acontecem. Nas escolas e por toda parte discutem-se os direitos e objetivos da aprendizagem da educação básica que compõem a proposta preliminar da Base Nacional Comum Curricular, publicada pelo Ministério da Educação em setembro do ano passado.

Os dados de participação são eloquentes: 10 milhões de contribuições à base curricular já foram encaminhadas ao portal do MEC, mais da metade produzida por escolas públicas. Temos 35 mil colégios cadastrados no portal.

Esse movimento conta com o apoio decisivo do Conselho Nacional dos Secretários de Educação e da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação, organizações que reúnem todos os secretários de educação do Brasil.

Também participam inúmeras entidades científicas, dentre as quais, vale destacar a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, pois foi em sua sede, na cidade de São Paulo, em abril do ano passado, que se fez a primeira reunião com as associações científicas do atual ciclo de debates da Base Nacional Comum Curricular.

Não é a primeira vez que se discute o currículo da educação básica no país. Mas a base, com a intenção de especificar os objetivos de aprendizagem para cada ano e o componente curricular da educação básica, mobiliza em uma escala inédita a opinião pública e os profissionais da educação.

Isso é muito bom, e que sejam bem-vindas as controvérsias sobre a história a ser ensinada nas escolas, o aprendizado da leitura e da escrita na infância, o lugar da tecnologia e da ciência na formação dos jovens.

Nada mais importante para o progresso da educação brasileira do que a busca da convergência e do compromisso público, entre tantas e diferentes crenças e orientações intelectuais da sociedade, sobre quais são os conhecimentos e as competências que todos os brasileiros devem ter a oportunidade de aprender e desenvolver.

A construção desse entendimento é tarefa complexa e inadiável. Não há atalho que abrevie o caminho. Em abril, uma segunda versão do documento preliminar será publicada, com o acolhimento das críticas e a incorporação das contribuições mais relevantes.

Para maio, estão previstos seminários em cada unidade da federação, com a participação de professores, estudantes, pesquisadores e suas equipes técnicas, assegurando assim ampla participação e pluralidade no debate. É sempre bom lembrar que a Base Nacional Comum Curricular é, conforme diz a lei, um pacto interfederativo, com a adesão da União, dos Estados e dos municípios.

De outra parte, e com igual relevância, multiplicam-se as reuniões e chegam as contribuições das sociedades científicas, associações profissionais e universidades.

Para fazer frente a esse imenso desafio, as comissões instituídas para redação e revisão da proposta foram compostas, desde os primeiros passos, por profissionais de todo o país. Foram reunidos professores e técnicos das redes estaduais e municipais e professores de instituições de educação superior.

Todas as contribuições estão disponíveis para consulta no portal da Base Nacional Comum Curricular e, até 15 de março, todos podem enviar comentários e sugestões.

E que se multipliquem as reuniões, as controvérsias e os debates na busca de uma ampla convergência.

Desafios à elaboração e aprovação dos planos estaduais de educação no Brasil

Por Donaldo Souza

Três anos e meio após o término do Plano Nacional de Educação 2001-2010 principia o novo plano nacional, agora cobrindo o período 2014-2024, continuando a impor grandes desafios aos estados e municípios que, respectivamente, têm que adequar ou elaborar seus Planos Estaduais ou Municipais de Educação às diretrizes, metas e estratégias previstas neste novo plano nacional. Ao analisar o processo de elaboração e aprovação dos únicos 11 Planos Estaduais de Educação aprovados ao longo do período de vigência do plano nacional 2001-2010, pesquisadores do Núcleo de Estudos em Política e História da Educação Municipal, da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e do Núcleo de Estudos – Tempos, Espaços e Educação Integral, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, constataram que seu desenvolvimento se revestiu de importante significado histórico e sociopolítico no âmbito dos estados envolvidos, tanto por possibilitar a construção do seu primeiro plano estadual, quanto pelo fato de ter facultado o exercício local de experiências participativas.

Os resultados desse estudo decorrem da conclusão de pesquisa mais ampla, que tomou por base o exame desses planos e das leis estaduais que os regulamentam, intitulada “Estudo crítico-exploratório sobre os Planos Estaduais de Educação (PEEs) no Brasil: contribuições para formulações e reformulações decorrentes do novo Plano Nacional de Educação (PNE)”, realizada ao longo de 2013 e 2014, pelos pesquisadores Donaldo Bello de Souza e Janaína Specht da Silva Menezes.

Entretanto, tudo leva a crer que ainda são muitos os desafios a serem enfrentados pelos estados brasileiros em face da adequação/elaboração dos seus planos de modo coeso ao novo plano nacional, haja vista que, conforme destacam Donaldo Souza e Janaína Menezes, são diversas as “lacunas e imprecisões identificadas nos textos examinados”, de modo a tornar esses planos mais claros e objetivos em relação ao registro do seu processo de elaboração. Esses pesquisadores identificaram elevado índice de ausência de informações que dificulta a compreensão sobre a construção desses planos, assim como diversos problemas que podem, caso persistam nos novos planos, impor obstáculos à sua implantação local, como, por exemplo, o elevado tempo decorrido entre o início das discussões e sua aprovação na Assembléia Legislativa do Estado, a não priorização do Conselho Estadual de Educação como espaço privilegiado para a coordenação e/ou construção desses planos, a não realização de uma avaliação preliminar do plano, a ausência de diagnósticos efetivos relativos à realidade educacional local, a existência de um número excessivo de decisões (objetivos e metas), a ausência de indicadores relacionados às decisões do plano que possibilitem o seu acompanhamento e avaliação e, ainda, a indefinição das estratégias que viabilizam a divulgação do plano aprovado.

Essas análises foram publicadas em 2015, no número 89 da Revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-40362015000400901&script=sci_abstract&tlng=pt&gt;.

Comissão de educação debate educação de jovens e adultos

Fonte: Rádio Senado

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado (CE) debateu com autoridades e especialistas, em audiência pública, a educação de jovens e adultos. Os senadores e convidados defenderam um pacto a favor da educação, apontaram avanços nos últimos anos, mas destacaram desafios, como o fim do analfabetismo.

A presidente da CE, senadora Fátima Bezerra (PT-RN),  defendeu uma ampla mobilização para colocar em prática o Plano Nacional de Educação. A nova lei aprovada pelo Congresso tem entre suas metas mais investimentos no setor, o fim do analfabetismo, o aumento de matrículas de jovens e adultos nos ensinos fundamental, médio e superior e na educação profissional.