Somos todos índios

Orquestra Sinfônica Cesgranrio faz concerto em homenagem ao Dia Internacional dos Povos Indígenas

CESGRANRIO

A Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, invoca as bênçãos dos pajés para o concerto que apresenta no domingo, dia 20 de agosto, às 11 horas, dentro da série Sala Orquestras Jovens. No palco, a Orquestra Sinfônica Cesgranrio, com regência de Eder Paolozzi e participação de Sofia Ceccato (flauta) e do índio Anuiá Amaru(flauta indígena), interpreta um repertório especial com obras de caráter indígena de Villa-Lobos e Beatriz Lockhart, além de Pássaro de Fogo, de Stravinsky.

Orquestra e maestro tocam, pela primeira vez no Brasil, a obra Masiá Mujú, da compositora uruguaia Beatriz Lockhart (1944-2015). Trata-se de um concerto para flauta e orquestra inspirado nas melodias da cultura indígena venezuelana estreado em 1987. A solista é a flautista Sofia Ceccato. O repertório também inclui a obra Uirapuru(1917), de Heitor Villa-Lobos, que retrata o ambiente da floresta e os seus habitantes: os índios. A terceira obra selecionada pelo maestro Paolozzi é a suíte Pássaro de Fogo, de Igor Stravinsky, em sua versão de 1919.

O concerto conta ainda com a participação do índio Anuiá Amaru, que executa obras de sua autoria em uma flauta construída por ele mesmo e conversa com o público acerca da música indígena.

O objetivo da apresentação é homenagear o Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em 9 de agosto.

Orquestra Sinfônica Cesgranrio

Sofia Ceccato, flauta
Anuiá Amaru, flauta indígena
Eder Paolozzi, regência

20 de agosto, domingo, às 11h

Sala Cecília Meireles (Largo da Lapa, 47, Centro – Rio de Janeiro. Tels.: 21 2332-9223 e 2332-9224)

Ingressos: R$ 20, com meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos, e R$ 2 para estudantes de música mediante apresentação da carteirinha

FONTE: Movimento.com
http://www.movimento.com/2017/08/somos-todos-indios/

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Confira os espetáculos em cartaz no Teatro Cesgranrio em agosto

A programação do Teatro Cesgranrio em agosto está incrível. Ingressos a partir de R$ 15,00. Confira abaixo as peças em cartaz e divirta-se

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Dias de Chuva

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No monólogo Dias de chuva, livremente inspirado na obra do jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro Caio Fernando de Abreu, o ator Rafael Canedo interpreta um homem isolado do mundo, enclausurado dentro de um quarto com quatro muros brancos, uma única janela e uma máquina de escrever a espera de alguém que nunca mais veio. A direção é assinada por Luis Felipe Perinei. As apresentações acontecem às quintas e sextas, às 20h30, até o dia 25 de agosto.

A Vida Passou por Aqui

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A vida passou por aqui aborda a longeva amizade entre uma mulher e um homem de mundos sociais diferentes – Silvia, professora e artista plástica, que viveu grande parte da vida às voltas com as crises em seu casamento e um enorme sentimento de solidão, e Floriano, boy e faxineiro, de hábitos simples e inteligente por natureza, que sempre levou sua vida com leveza e bom humor. O elenco é formado por Cláudia Mauro e Édio Nunes, com direção de Alice Borges. Está em cartaz aos sábados, às 20h30, e domingos, às 19h, até 27 de agosto.

Orquestra Sinfônica Cesgranrio apresenta concerto em homenagem à cultura indígena

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Orquestra Sinfônica Cesgranrio e o maestro Eder Paolozzi apresentam na Sala Cecília Meireles – pela primeira vez no Brasil – a obra Masiá Mujú, da compositora uruguaia Beatriz Lockhart. Trata-se de um concerto para flauta e orquestra inspirado nas melodias da cultura indígena venezuelana. A solista será a flautista Sofia Ceccato, que recentemente estreou a obra em Montevidéu. O repertório também inclui a obra “Uirapuru” (1917) de Heitor Villa-Lobos, que retrata o ambiente da floresta e os seus habitantes: os índios. A terceira obra selecionada pelo maestro Eder Paolozzi para este programa é a suíte do “Pássaro de Fogo”, de Igor Stravinsky, em sua versão de 1919.

O concerto contará ainda com a participação do índio Anuiá Amaru, que executará obras de sua autoria em uma flauta construída por ele mesmo e trará algumas explicações ao público acerca da música indígena.

Cesgranrio apresenta Mostras Competitivas em comemoração aos 100 anos do CEFET/RJ

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A Fundação Cesgranrio, através de seu Centro Cultural, tem o prazer de tomar parte nas comemorações do centenário do CEFET/RJ e apresenta para os alunos e ex-alunos da instituição dois editais de intervenções artísticas.

As inscrições estão abertas de 26 de julho a 15 de setembro de 2017.

Feira literária da Serra Imperial – FLISI 2017

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De 30 de agosto a 02 de setembro, o Museu Imperial recebe a 2° Edição da Festa Literária da Serra Imperial, a FLISI, idealizada pelo Instituto Oldemburg de Desenvolvimento, em parceria com a Fundação Cesgranrio.

Este ano a Festa percorrerá diversos espaços culturais da cidade como o Centro Cultural Raul de Leone, a Casa da Educação Visconde de Mauá e a Casa Stefan Zweig.

ESTES SÃO APENAS ALGUNS DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS PELO CENTRO CULTURAL CESGRANRIO. CONHEÇA TODOS ELES CLICANDO ABAIXO:

http://cultural.cesgranrio.org.br/

Antonio Fagundes vai ser o grande homenageado do Prêmio Cesgranrio

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Antonio Fagundes vai ser o grande homenageado do Prêmio Cesgranrio de Teatro de 2017. A festa será em janeiro, no Golden Room do Copacabana Palace.

 

Por Cleo Guimarães

FONTE: O Globo
http://blogs.oglobo.globo.com/gente-boa/post/antonio-fagundes-vai-ser-o-grande-homenageado-do-premio-cesgranrio.html

O desafio do antiteatro no palco

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Ela. 
Carolina Pismel, Patrícia Elizardo e Elisabeth Monteiro atuam na peça.

Indicada aos prêmios Shell e Cesgranrio no primeiro semestre de 2017, ‘‘ELA’’ reestreia no Teatro Sesi trazendo a história de Clara e Isabel, que vivem um grande amor e fazem planos para as próximas etapas, incluindo a chegada de um filho. Em silêncio, uma doença rara se desenvolve, provocada pela degeneração progressiva de dois neurônios motores, um no cérebro e outro na medula espinhal. Após o diagnóstico da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), Clara tem um futuro de sonhos interrompido.

À medida que a personagem perde a fala e os movimentos, a dramaturga Marcia Zanelatto e o diretor Paulo Verlings criam quase um antiteatro, ao retirar toda a expressão da personagem.

— O personagem é aquilo que diz e faz. No caso, ela perde essa capacidade. Isso me deu a oportunidade de fazer um entrelaçamento de dois tipos de linguagem. Eu me posicionei dentro da mente da personagem, onde tem memórias, e dentro disso, remorsos, além do que gostaria de ter vivido. Pude ficar no lugar poético da imaginação e no coloquial das lembranças — explica Marcia, que escreveu o texto a partir de pesquisas da comunidade médica e de relatos de parentes e amigos de pacientes com ELA, inclusive de sua própria família.

ONDE: Teatro Sesi Centro. Av. Graça Aranha 1, Centro (2563-4163).

QUANDO: Seg e ter, às 19h30m. Até 29 de agosto.

QUANTO: R$ 20.

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos.

FONTE: O Globo
http://rioshow.oglobo.globo.com/teatro-e-danca/pecas/ela-18063.aspx

 

Artista concorre ao Prêmio Cesgranrio como Melhor atriz em musical

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Emilinha (FOTO: Guido Giacomzzi )
Concorrendo ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2017, na categoria Melhor Atriz em Musical, pelo espetáculo “Emilinha”, Stella Maria Rodrigues vive a lendária Emilinha Borba, pela segunda vez, no teatro. No palco, Stella veste roupas originais da diva, cedidas pelo fã-clube da cantora. Com a casa sempre cheia, o espetáculo, que vem recebendo convites de teatros de todo o Brasil, encerra temporada no dia 29 de julho, mas retorna aos palcos do próprio Maison, no dia 9 de agosto, às quartas e quintas-feiras, até o dia 31 de agosto, aliás, dia em que Emilinha faria aniversário de 94 anos de idade. E até o dia 30 de julho, no mesmo espaço, Stella mostra  toda a sua versatilidade na comédia solo “Solteira, casada, viúva, divorciada”, em que vive quatro mulheres distintas, com sessão aos domingos.
Conhecida atriz de musicais, Stella Maria já deu vida a Emilinha Borba em “Emilinha e Marlene, as cantoras do rádio”, musical de sucesso encenado em 2011, ficando quase um ano em cartaz no Teatro Maison de France. Agora, ela volta ao universo da lendária diva, concentrando-se unicamente na história de Emilinha. A direção é de Sueli Guerra.
Neste musical, Stella revive episódios emblemáticos da história de Emilinha e apresenta um vasto repertório de grandes clássicos da MPB, boleros românticos e inesquecíveis marchinhas de carnaval. Grandes sucessos, entre eles CHIQUITA BACANA, ESCANDALOSA, ASA BRANCA, QUEM PARTE LEVA SAUDADE, SE QUERES SABER, MULATA YÊ YÊ YÊ, VAI COM JEITO, TOMARA QUE CHOVA, BANDEIRA BRANCA, entre outros. O roteiro é da própria Stella Maria Rodrigues e os textos de Thereza Falcão.
“Emilinha, uma das cantoras mais populares desse país, que aprendi a amar durante o musical ‘Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio’. Me encanta a magia, o amor dos fãs, o repertório. Uma Época de Ouro.”, conta Stella Maria Rodrigues, que é acompanhada pela pianista e regente Cristina Bhering, pelo baterista Affonso Neto e pelo baixista Raul Oliveira. E conta com a participação do ator e cantor Fabrício Negri em alguns duetos e numa homenagem ao Programa César de Alencar. A eterna rival/amiga Marlene também é homenageada no espetáculo.
Em cena, Stella Maria veste roupas originais de Emilinha, cedidas pelo seu fã-clube para o espetáculo. E mais: uma exposição com peças do acervo de Emilinha Borba – faixas, troféus, figurinos – estará no hall do teatro durante toda a temporada. O material também foi cedido pelo fã-clube da cantora, que vem colaborando com a produção ao longo de todo processo.
A direção de Sueli Guerra, iluminação de Paulo Cesar Medeiros e a direção de produção de Valeria Macedo.
Já em “Solteira, casada, viúva, divorciada”, Stella interpreta quatro mulheres possíveis. Felizes, loucas, divertidas, estranhas, solitárias, sedutoras. Diferentemente da primeira encenação, há 26 anos, com Lília Cabral, desta vez, as histórias das quatro mulheres se entrelaçam, criando uma
narrativa de fluxo contínuo, na qual cada personagem surge da situação anterior. A direção é de Alexandre Continni.
“A encenação busca transcender os rótulos que intitulam o espetáculo, conseguindo a libertação dessas figuras representadas ali. As personagens transbordam nuances, não se limitando ao seu estado civil atual, a partir delas, nós podemos mergulhar em questões que assolam o ser humano, como a solidão, a lealdade, a aceitação, o empoderamento feminino, a liberdade sexual ou até mesmo a falta dela.”, explica o diretor.
Numa adaptação feita pelo diretor e pela atriz, as histórias das quatro mulheres se entrelaçam, criando uma narrativa de fluxo contínuo, onde cada personagem surge da situação anterior, indo e voltando ao longo do espetáculo, diferentemente da primeira encenação, há 26 anos, com Lília Cabral.
“A proposta da direção foi entrelaçar essas quatro histórias, contá-las ao mesmo tempo construindo um final apoteótico. Dessa forma elas se complementam e se unificam tratando sobre os dilemas apresentados de forma bem-humorada e delicada.”, conta o diretor Alexandre Continni.
A direção de movimento é de Sueli Guerra, a iluminação de Paulo Cesar Medeiros, o figurino de Marcelo Marques e a direção de produção de Valeria Macedo.
Serviços:
 
EMILINHA
Teatro Maison de France – Avenida Presidente Antonio Carlos 58, Centro – Telefone: (21) 2544-2533
Quinta a sábado, às 19h
Duração: 75 min
Gênero: musical
Classificação: livre
Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia entrada)
Temporada  até 29 de julho
Reestreia dia 9 de agosto
Quarta e quinta, às 19h
Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia entrada)
Temporada até 31 de agosto.
Capacidade: 353 espectadores
SOLTEIRA, CASADA, VIÚVA, DIVORCIADA
Teatro Maison de France – Avenida Presidente Antonio Carlos 58, Centro – Telefone: (21) 2544-2533
Domingo, às 18h
Duração: 75 min
Gênero: comédia
Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia entrada)
Classificação: 14 anos
Temporada até 30 de julho
Capacidade: 353 espectadores
FONTE: Sopa Cultural

Fundação Cesgranrio abre inscrições para nova Oficina de Canto Coral Cênico

oficina coral

O Centro Cultural Cesgranrio abre mais uma oficina gratuita: A OFICINA DE CANTO CORAL CÊNICO, que oferece à população do Rio de Janeiro uma oportunidade de prática de canto coral, dança e interpretação durante o período de 1 ano.

O objetivo principal da oficina é o de proporcionar o aperfeiçoamento de novos cantores, bailarinos e atores através da prática do canto em grupo, de jogos teatrais, de expressão corporal, técnicas de respiração e de musicalização.

Para mais informações e inscrições, acesse aqui: http://cultural.cesgranrio.org.br/oficinas-culturais/oficina-de-canto-coral-cenico-cesgranrio/

cultural

Prêmio Cesgranrio de Teatro anuncia os indicados do primeiro semestre A peça ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’ recebeu o maior número de indicações

ArianoO-auto-do-Reino-do-SolLocal-TeatroRiaAtores da Cia. Barca dos Corações Partidos em “Suassuna — O Auto do Reino do Sol” – Marcelo Theobald / Agência O Globo

Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/teatro/premio-cesgranrio-de-teatro-anuncia-os-indicados-do-primeiro-semestre-21552483#ixzz4lxtfFWfc
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Do Globo:

“RIO — A Fundação Cesgranrio divulgou nesta terça-feira a lista com os indicados do primeiro semestre à 5ª edição do Prêmio Cesgranrio de Teatro — os indicados do segundo semestre serão revelados em dezembro de 2017 e os vencedores serão conhecidos em 30 de janeiro de 2018.

O espetáculo “Suassuna – O Auto do Reino do Sol” recebeu o maior número de indicações, dez ao todo. A montagem, idealizada pela produtora Andrea Alves e pelos atores da Cia. Barca dos Corações Partidos homenageia a obra do autor e dramaturgo Ariano Suassuna, que completaria 90 anos em 2017. Entre os outros espetáculos que se destacaram estão a peça “Tom na Fazenda”, que recebeu sete indicações, e “Hamlet”, da Armazém Cia., que irá concorrer a seis prêmios.”

 

Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/teatro/premio-cesgranrio-de-teatro-anuncia-os-indicados-do-primeiro-semestre-21552483#ixzz4lxuWk1VV
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