Antônio Gois e Maria Helena Guimarães de Castro no Educação 360

Antônio Gois e Maria Helena Guimarães de Castro discutem, no Educação 360, acerca da medida provisória (MP) sobre a reforma do Ensino Médio apresentada pelo governo federal nesta quinta-feira (22).

MEC divulga conteúdos que vão cair no Enade

Fonte: O Estado de S. Paulo

Os estudantes terão quatro horas para responder a 40 questões, cinco delas discursivas

Brasília – Os conteúdos que caem nas provas do Enade foram publicados nesta quinta-feira, 9, no Diário Oficial da União (DOU). Neste ano, a prova será aplicada em 20 de novembro. Serão avaliados 13 cursos de graduação e 5 cursos tecnólogos, a maioria da área da Saúde.

O Enade busca analisar a competência dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos, habilidades e aptidões previstos nas diretrizes curriculares dos cursos, além de conhecimentos sobre a realidade brasileira e mundial. Serão quatro horas de prova para responder a 40 questões, das quais 5 são discursivas.

As normas foram definidas pelas comissões assessoras da área, orientadas pelas diretrizes curriculares. “Seus resultados devem oferecer subsídios para orientação de políticas públicas das áreas”, disse a presidente do Inep, Maria Inês Fini, que assina as portarias no DOU.

Os conhecimentos específicos de cada área serão cobrados em 30 questões – 3 discursivas e 27 de múltipla escolha. Na área de formação geral, comum para todos os cursos, será avaliado o perfil do egresso sobre questões sociais, culturais, ambientais e de cidadania, em 10 questões (2 discursivas e 8 de múltipla escolha).

A participação é obrigatória para formandos em Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Zootecnia e Serviço Social. Devem prestar o exame aqueles com expectativa de conclusão para julho de 2017 e que já tenham concluído pelo menos 80% da carga horária mínima do currículo do curso.

Também devem fazer o exame concluintes dos cursos tecnólogos em Agronegócio, Estética e Cosmética, Gestão Ambiental, Gestão Hospitalar e Radiologia, com previsão de formatura para dezembro deste ano e que tenham cumprido mais de 75% da carga horária mínima do currículo do curso.

As instituições de Ensino Superior são as responsáveis por inscrever os estudantes habilitados no prazo que vai de 6 de julho a 7 de agosto. São dispensados da prova os que estiverem em intercâmbio estudantil, oficialmente matriculados e cursando atividades curriculares fora do Brasil.

Criado em 2004, o Enade integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que conta ainda com o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC). As instituições que obtêm notas insatisfatórias correm o risco de terem cursos fechados e vestibulares suspensos pelo MEC.

Enem 2016 tem quase 10% a mais de inscritos do que no ano passado

Fonte: O Globo

Ministro da Educação nega cortes de vagas para Fies e Pronatec

Brasília — O número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegou a 9.276.328, um aumento de 9,42% em relação a 2015, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação.

É o segundo maior número da série histórica do Enem, atrás apenas do quantitativo de 2014, quando 9.490.952 estudantes se inscreveram no exame. Os dados contabilizam as inscrições feitas, mas o balanço final ainda mudará, pois há estudantes que ainda não pagaram a taxa. Eles têm até dia 25 para quitá-la.

Para a secretária- executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, algumas hipóteses podem explicar o aumento no número de inscritos: uma melhoria no fluxo escolar nos últimos anos, o que leva as pessoas a chegarem ao final do ensino médio em idade mais adequada e se interessarem pelo exame, e uma eventual procura de pessoas com ensino superior incompleto ou interessadas numa segunda graduação. Continue Lendo “Enem 2016 tem quase 10% a mais de inscritos do que no ano passado”

Educadora Maria Inês Fini é a nova presidente do Inep

Fonte: O Globo

Ligada ao PSDB, ela trabalhou na Secretaria de Educação de São Paulo de 2007 a 2010

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Brasília — Segunda mulher da equipe do novo ministro da Educação e Cultura (MEC), Mendonça Filho, Maria Inês Fini é a nova presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anisio Teixeira (Inep), que aplica as avaliações educacionais e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no país.

Ela foi indicada por Maria Helena Guimarães de Castro, anunciada na semana passada como a nova secretária-executiva do MEC. As duas trabalharam no Inep no governo Fernando Henrique Cardoso. Maria Helena será a número dois do MEC, posto que ocupou no último ano da gestão do ex-ministro Paulo Renato.

Assim como Maria Helena, Maria Inês é ligada ao PSDB e trabalhou na Secretaria de Educação do estado de São Paulo de 2007 a 2010, com projetos de reestruturação curricular, capacitação profissional e bonificação de professores por produtividade.

Outros nomes estão “quase fechados”, segundo Maria Helena. Nesta segunda, ela deixou a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), ligada ao governo Alckmin, e segue para Brasília.

MEC divulga lista de cursos que serão avaliados no Enade 2016

Fonte: G1

Prova será aplicada no dia 20 de novembro. Alunos concluintes devem prestar o exame.

O Ministério da Educação divulgou nesta quinta (10) a relação de cursos que serão avaliados no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) em 2016. Deverão prestar a prova os alunos dos cursos de agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social e zooctenia. Cursos que conferem diploma de tecnólogo nas áreas de agronegócio, estética e cosmética, gestão ambiental, gestão hospitalar e radiologia também estão na lista.

O exame será aplicado, de acordo com a publicação no Diário Oficial, no dia 20 de novembro, a partir das 13 horas. A prova é voltada para alunos que estão no fim dos cursos listados acima. Mais precisamente, necessitam participar:

– todos os alunos concluintes dos cursos, que terminarão a gradução até julho de 2017 ou que tenham cumprido 80% ou mais da carga horária mínima até o dia 31 de agosto de 2016;

– estudantes concluintes dos cursos superiores de tecnologia, que encerrarão os estudos até dezembro de 2016 ou que tenham cumprido 75% ou mais da carga horária até o dia 31 de agosto de 2016.

As inscrições para o Enade são feitas pelas instituições de ensino, entre 15 e 29 de junho de 2016.

De acordo com o MEC, os estudantes que estiverem cursando atividades curriculares no exterior, na data do Enade, estarão dispensados da prova. Aqueles que colarem grau até o dia 31 de agosto de 2016 também não vão precisar prestar o exame. Os demais que não puderem participar do Enade e que estejam nas categorias obrigatórias são obrigados a solicitar dispensa.

Santa Catarina, Bahia, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal recebem visita de representantes do MEC

Fonte: Ministério da Educação

A mobilização nacional da Educação para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, realizada nesta sexta-feira, 19, em todo o país, contou com a participação de várias autoridades federais. Em Florianópolis, Santa Catarina, o Ministério da Educação foi representado pelo secretário-executivo, Luiz Cláudio Costa, que viu a iniciativa da Escola Básica Herondina Medeiros Zeferino.

O representante do MEC participou de um momento de perguntas e respostas com cerca de 300 crianças da escola. “A ideia é ter os alunos como aliados da Educação para alertarem mãe, pai, familiares e vizinhos sobre como prevenir o mosquito e evitar entulhos que podem servir de criadouros de larvas”, disse o secretário.

Durante o evento, Luiz Cláudio Costa conheceu uma iniciativa chamada “Vigilante mirim”, onde as crianças ajudam a combater o mosquito. Breno Martins, de 11 anos, aluno da escola, fez um discurso aos colegas sobre a importância da mobilização.

Em Salvador, Bahia, o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), Binho Marques, acompanhou um grupo de estudantes do Colégio Estadual Helena Matheus. Os alunos recitaram poema com versos sobre dicas de como “não ficar doente” de Zika.

Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o secretário da Educação Básica, Manuel Palacios, acompanhou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. A mobilização ocorreu em duas escolas, a municipal Senador Rachid Saldanha Derzi e o Centro de Educação Infantil José Eduardo Martins. As crianças foram convidadas a se juntar ao “exército” de combate ao Aedes aegypti, levando informações aos pais para ajudar o Brasil a acabar com esse mosquito.

Já o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Feres, em uma ação integrada com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), participou da Mobilização Nacional da Educação Zika Zero no Instituto Federal de Brasília (IFB), campus de Samambaia, no Distrito Federal. Ao lado do ministro Valdir Simão, ele se reuniu com os alunos dos cursos de Design de Móveis e Controle Ambiental.

A mobilização nacional da Educação conta com o apoio dos militares para as visitas às escolas e palestras aos alunos. Trata-se da quarta fase da operação do Ministério da Defesa para contribuir com o combate ao Aedes aegypti. A primeira ocorreu entre os dias 29 de janeiro a 4 de fevereiro, com a erradicação dos focos de mosquito nas unidades militares. A segunda foi realizada no último dia 13, com a mobilização nacional e o emprego de 220 mil militares em 428 municípios. E, na terceira fase, entre os dias 15 e 18 de fevereiro, 55 mil militares atuaram em cerca de 290 municípios, por meio do combate direto aos focos e de visitas às escolas.

Pós-mobilização – Considerando a necessidade de cuidado permanente com a erradicação dos criadouros do mosquito, o MEC promoverá iniciativas para que o tema continue em discussão no ambiente escolar. Uma das ações será a inclusão das atividades de combate e prevenção nos Termos de Compromisso dos municípios com o Programa Saúde na Escola (PSE), executado em parceria entre o MEC e o Ministério da Saúde e voltado aos estudantes da educação básica, gestores e profissionais de educação e saúde, estudantes da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Além disso, está prevista a inclusão do tema do combate ao Aedes aegypti na edição de 2016 do Prêmio Professores do Brasil, iniciativa que reconhece, divulga e premia o trabalho de professores de escolas públicas de todo o país, que contribuem para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem nas salas de aula. Na edição de 2015, 11.812 professores de escolas públicas participaram da concorrência. Será, ainda, produzido material didático voltado especificamente ao tema para distribuição nas escolas.

Fies vai oferecer 250 mil contratos de financiamento no 1º semestre de 2016

MEC diz que áreas prioritárias serão contempladas com 63% dos contratos. 41% das vagas serão ofertadas em universidades privadas do Sudeste.

O Ministério da Educação (MEC) vai oferecer 250.279 contratos de financiamento na edição do primeiro semestre do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As inscrições para o processo seletivo começaram nesta terça-feira (26). O prazo termina às 23h59 de sexta-feira (29). Os interessados devem se inscrevem pelo site http://fiesselecao.mec.gov.br.

As inscrições foram abertas por volta das 17h desta terça-feira. O resultado da pré-seleção na chamada única e a lista de espera serão divulgados no dia 1º de fevereiro.

O Fies é uma das três principais iniciativas do governo federal na gestão do ensino superior. Enquanto o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) seleciona para vagas em universidades públicas e o Prouni (Programa Universidade para Todos) concede bolsas em instituições particulares, o Fies oferece contratos de financiamento com foco em alunos de baixa renda.

Mercadante diz que, na atual edição, 65,4% dos contratos serão oferecidos para alunos de cursos com conceitos 4 e 5 nas avaliações do MEC.

Além disso, apontou que três áreas consideradas prioritárias pelo MEC responderão por 63% dos contratos: as chamadas “engenharias” terão 34.557 vagas; “formação de professores”, 47.115; e saúde, 76.092. As demais áreas terão 92.515 vagas.

O MEC ainda destacou que 47% das vagas nos cursos superiores serão ofertadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto a Sudeste terá 41%. Mercadante diz que, apesar dos esforços para ampliar a oferta nos estados mais carentes, o quadro ainda reflete a maior concentração de faculdades privadas no Sudeste do país.

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Base Nacional Comum Curricular na Ensaio

Em outubro de 2015 o MEC tornou público a primeira versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Desde então o documento vem gerando debates acalorados envolvendo professores, entidades de classe e ONG’s que se dedicam à educação. No entanto, a preocupação com o Currículo Escolar nada tem de nova. Há tempos os principais educadores do país já demonstram essa preocupação e produzem importantes reflexões sobre o tema. Um belo exemplo é o artigo do Professor Doutor Antônio Flávio Barbosa, que a Ensaio teve o prazer de publicar. Em “Currículo e Gestão: propondo uma parceria”, Antônio Flávio analise a forma como as escolas têm lidado com as incertezas do futuro e sugere o a experiência finlandesa como um bom modelo a ser seguido. Neste sentido, destaca a importância da parceria entre os principais personagens da engrenagem educacional e o papel central que o Currículo tem nesse processo.

Para ler o artigo acesse: Ensaio 80

Novo currículo escolar tem problemas em Português, Matemática e História

Fonte: G1

MEC decide alterar texto sobre língua portuguesa após receber 9,8 milhões de sugestões

Brasília — As críticas ao conteúdo dos novos currículos para escolas brasileiras, a chamada Base Nacional Comum Curricular, vão muito além da parte dedicada ao ensino de História. Em Português, o Ministério da Educação já decidiu que o texto final do currículo deverá ter mais conteúdos de gramática. Isso porque, no documento atual, que foi submetido à consulta pública e já recebeu mais de 9,8 milhões de sugestões, as regras gramaticais só são ensinadas de forma clara até o 3º ano do ensino fundamental.

Também no currículo de Matemática problemas têm sido apontados por especialistas. O conceito de fração, por exemplo, é ensinado só no 4º ano no texto em debate, mas estudos mostram que o tema deve ser abordado ainda na pré-escola.

— Já se sabe que, no ensino da Matemática, o estudo da ideia da parte pelo todo (fração) é fundamental e deve ser introduzido cedo. Entrar neste conteúdo tardiamente cria uma dificuldade imensa para o aluno — explicou Paula Louzano, pós-doutoranda da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), que estuda currículos nacionais do mundo.

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