XII Conversa com o autor

Ontem, dia 13 de setembro, a revista Ensaio, depois de três anos de pandemia, realizou mais um evento: a Conversa com o Autor. Desta feita, contamos com as professoras Menga Lüdke da PUC-RJ e Ana Ivenicki da UFRJ para dialogar com o público sobre o artigo publicado na Ensaio 116, Teoria e prática na formação de professores: Brasil, Escócia e Inglaterra, disponível no Scielo:

https://www.scielo.br/j/ensaio/a/kzRxZ6gdTBGSbrxJbZn8vrs/?lang=pt

O diálogo da professoras eméritas com o público foi muito proveitoso, temas como currículo de pedagogia, formação de professores no Brasil, Escócia, Inglaterra, pesquisa e formação profissional foram discutidos com professores, alunos e pesquisadores da área da Educação na sala anexa ao Teatro Cesgranrio no campus da Fundação no Rio Comprido.

O evento foi realizado pela revista Ensaio, com o patrocínio da Fundação Cesgranrio e com o apoio da FAPERJ.

Dilemas e Perspectivas Internacionais na Formação de Professores

Ana Ivenicki, PhD em Educação pela University of Glasgow, Professora Emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, Pesquisadora 1A do CNPq, Editora Associada da Revista Ensaio/Fundação CESGRANRIO, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Logo do periódico Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação

A formação de professores tem sido frequentemente tensionada por ideias que apontam a importância ora da teoria, ora da prática em sala de aula. Embora de relevância, tais discussões podem se beneficiar de estudos que analisem como o currículo de formação docente tem lidado com tais tensões, seja no Brasil ou no exterior, de modo a buscar perspectivas inovadoras que possam acompanhar os futuros professores no trajeto teórico-prático de seu preparo.

Leia mais em https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/08/12/dilemas-e-perspectivas-internacionais-na-formacao-de-professores/#.YyCmjXbMKUl

O papel da Autoestima e Motivação na promoção aprendizagem on-line de mulheres reclusas

Rita Barros, Professora Coordenadora no Instituto Piaget, Portugal. Investigadora na Universidade do Porto, Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Porto, Portugal, e no Instituto Piaget, Unidade de Investigação em Educação e Intervenção Comunitária, Vila Nova de Gaia, Portugal.

Angélica Monteiro, Investigadora Integrada na Universidade do Porto, Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Porto, Portugal.

Carlinda Leite, Professora Catedrática na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade do Porto. Investigadora Sênior na Universidade do Porto, Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Porto, Portugal.

Logo do periódico Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação

O artigo Autoestima e motivação para aprender on-line: o caso de mulheres reclusas, centrado na Educação de Adultos, enquadra-se no paradigma da Aprendizagem ao Longo da Vida e foca condicionantes que existem para a população prisional, em especial para as mulheres reclusas. Apesar de ser reconhecida a importância da Educação na reabilitação das populações reclusas (Manger et al., 2019), barreiras disposicionais, a autoestima e a motivação para aprender condicionam o envolvimento em atividades de formação.

O acesso a recursos digitais e à Internet e a implementação de projetos em e-learning têm revelado resultados encorajadores no que diz respeito às possibilidades para ultrapassar algumas barreiras (Schuller, 2009). Para conhecer os níveis de autoestima e a motivação para o envolvimento em atividades de aprendizagem, na sua relação com outras variáveis que lhe estão associadas (como a idade, tempo de reclusão e duração da pena), foi realizado um estudo descritivo-correlacional, com um grupo de 12 reclusas, em cumprimento de pena, numa população de 306 mulheres em privação de liberdade num Estabelecimento Prisional Feminino português.

Leia mais em https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/07/21/o-papel-da-autoestima-e-motivacao-na-promocao-aprendizagem-online-de-mulheres-reclusas/#.YyCcwnbMKUl

A avaliação educacional na produção científica vista por meio de análise de redes sociais

Alvaro Chrispino, Doutor em Educação pela UFRJ, Professor Titular Sênior do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Bolsista de Produtividade em Educação do CNPq, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Luiz Ney d’Escoffier, Tecnologista. Fundação Oswaldo Cruz. Doutorando do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do CEFET-RJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Camila Cristina Gomes Ferreira de Oliveira, Analista de Sistemas. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Doutora em Ciência, Tecnologia e Educação pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Lívia da Fraga Lima, Doutoranda em Engenharia de Produção e Sistemas, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Logo: Ensaio Avaliação e Políticas Públicas em Educação

A avaliação é um tema amplo e complexo. Amplo porque está intimamente ligado aos diversos setores da sociedade contemporânea. Os cidadãos se relacionam com ele de formas distintas, desde a avaliação profissional a que estamos sujeitos até a avaliação de aprendizagem em todos os níveis. Estamos submetidos ao processo avaliativo ou somos expostos ao resultado das avaliações.

É complexo, porque há inúmeras variáveis e atores sociais envolvidos nos “fatos” que solicitam a avaliação; na elaboração, aplicação e análise da avaliação de diversos tipos e nas “consequências” dos resultados dos processos avaliativos.

Em educação, o tema é especialmente importante. Há momentos em que atuamos como sujeitos da avaliação – na fase de alfabetização (Avaliação Nacional de Alfabetização), no Ensino Fundamental (Prova Brasil ou Sistema de Avaliação da Educação Básica – Saeb), na conclusão do Ensino Médio e da Educação Superior (Exame Nacional do Ensino Médio – Enem e Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – Enade) e, por fim, como alunos das pós-graduações (avaliações quadrienais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes). Em outros momentos, atuamos como atores sociais e observadores da avaliação como mensuração de competências gerais: o ranking do Enem, o ranking do Enade, o ranking do Programme of International Student Assessment (Pisa), o ranking da Pós-Graduação etc.

Por conta do impacto e relevância da avaliação educacional, o artigo A avaliação educacional na produção científica vista por meio de análise de redes sociais, publicado na Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, 2022, vol. 30 (115), analisou a produção científica brasileira relacionada ao tema por meio de busca na rede de SciELO. Para tal, utilizou as palavras-chave “avaliação educacional” ou “avaliação da Educação” para todos os índices (periódico, resumo, título, ano e autor), sem recortes temporais ou outras restrições. A amostra obtida alcançou 19 anos (1998-2017), 49 revistas, 174 artigos, 440 autores, 290 palavras-chave e 4.283 referências e foi submetida a software de Análise de Redes Sociais, buscando as centralidades de grau, de proximidade e intermediação.

Leia mais em https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/05/13/a-avaliacao-educacional-na-producao-cientifica-vista-por-meio-de-analise-de-redes-sociais/#.YyCbtnbMKUl

Dilemas e Perspectivas Internacionais na Formação de Professores

Ana Ivenicki, PhD em Educação pela University of Glasgow, Professora Emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, Pesquisadora 1A do CNPq, Editora Associada da Revista Ensaio/Fundação CESGRANRIO, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Logo do periódico Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação

A formação de professores tem sido frequentemente tensionada por ideias que apontam a importância ora da teoria, ora da prática em sala de aula. Embora de relevância, tais discussões podem se beneficiar de estudos que analisem como o currículo de formação docente tem lidado com tais tensões, seja no Brasil ou no exterior, de modo a buscar perspectivas inovadoras que possam acompanhar os futuros professores no trajeto teórico-prático de seu preparo.

O artigo Teoria e Prática na Formação de Professores: Brasil, Escócia e Inglaterra (Revista Ensaio, vol.30, n. 116, 2022) se debruça sobre dados obtidos em estudos qualitativos, de inspiração etnográfica, desenvolvidos pelas autoras na Inglaterra e na Escócia, com entrevistas com atores de duas instituições de renome, bem como observação de aulas teóricas e estágios supervisionados, trazendo reflexões sobre dilemas da formação de professores em perspectivas internacionais, analisando a relação teoria e prática (LÜDKE & Scott, 2018; NÓVOA, 2019; WHITTY & FURLONG, 2017), valorizando a pluralidade dos sujeitos (IVENICKI, 2018; MOREIRA, 2021) e enfatizando o papel da pesquisa na formação docente.

De fato, a partir dos estudos empreendidos, observa-se que, enquanto a Inglaterra tem enfatizado perspectivas práticas, de imersão de futuros professores na realidade das escolas, aparentemente menosprezando o componente teórico, na Escócia um equilíbrio maior é conseguido, principalmente no curso de Bachelarado em Educação (B.Ed).

Neste último caso, o componente do estágio supervisionado é abordado de forma articulada à parte teórica, de forma paulatina, com potenciais para que pensemos sobre o nosso contexto, assim como novas experiências brasileiras, desenvolvidas em instituições formadoras, que são mencionadas no artigo.

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O papel da Autoestima e Motivação na promoção aprendizagem on-line de mulheres reclusas

Rita Barros, Professora Coordenadora no Instituto Piaget, Portugal. Investigadora na Universidade do Porto, Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Porto, Portugal, e no Instituto Piaget, Unidade de Investigação em Educação e Intervenção Comunitária, Vila Nova de Gaia, Portugal.

Angélica Monteiro, Investigadora Integrada na Universidade do Porto, Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Porto, Portugal.

Carlinda Leite, Professora Catedrática na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade do Porto. Investigadora Sênior na Universidade do Porto, Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Porto, Portugal.

Logo do periódico Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação

O artigo Autoestima e motivação para aprender on-line: o caso de mulheres reclusas, centrado na Educação de Adultos, enquadra-se no paradigma da Aprendizagem ao Longo da Vida e foca condicionantes que existem para a população prisional, em especial para as mulheres reclusas. Apesar de ser reconhecida a importância da Educação na reabilitação das populações reclusas (Manger et al., 2019), barreiras disposicionais, a autoestima e a motivação para aprender condicionam o envolvimento em atividades de formação.

O acesso a recursos digitais e à Internet e a implementação de projetos em e-learning têm revelado resultados encorajadores no que diz respeito às possibilidades para ultrapassar algumas barreiras (Schuller, 2009). Para conhecer os níveis de autoestima e a motivação para o envolvimento em atividades de aprendizagem, na sua relação com outras variáveis que lhe estão associadas (como a idade, tempo de reclusão e duração da pena), foi realizado um estudo descritivo-correlacional, com um grupo de 12 reclusas, em cumprimento de pena, numa população de 306 mulheres em privação de liberdade num Estabelecimento Prisional Feminino português.

Leia mais em https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/07/21/o-papel-da-autoestima-e-motivacao-na-promocao-aprendizagem-online-de-mulheres-reclusas/#.YyCR2HbMKUl

A avaliação educacional na produção científica vista por meio de análise de redes sociais

Alvaro Chrispino, Doutor em Educação pela UFRJ, Professor Titular Sênior do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Bolsista de Produtividade em Educação do CNPq, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Luiz Ney d’Escoffier, Tecnologista. Fundação Oswaldo Cruz. Doutorando do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do CEFET-RJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Camila Cristina Gomes Ferreira de Oliveira, Analista de Sistemas. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Doutora em Ciência, Tecnologia e Educação pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Lívia da Fraga Lima, Doutoranda em Engenharia de Produção e Sistemas, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Logo: Ensaio Avaliação e Políticas Públicas em Educação

A avaliação é um tema amplo e complexo. Amplo porque está intimamente ligado aos diversos setores da sociedade contemporânea. Os cidadãos se relacionam com ele de formas distintas, desde a avaliação profissional a que estamos sujeitos até a avaliação de aprendizagem em todos os níveis. Estamos submetidos ao processo avaliativo ou somos expostos ao resultado das avaliações.

É complexo, porque há inúmeras variáveis e atores sociais envolvidos nos “fatos” que solicitam a avaliação; na elaboração, aplicação e análise da avaliação de diversos tipos e nas “consequências” dos resultados dos processos avaliativos.

Em educação, o tema é especialmente importante. Há momentos em que atuamos como sujeitos da avaliação – na fase de alfabetização (Avaliação Nacional de Alfabetização), no Ensino Fundamental (Prova Brasil ou Sistema de Avaliação da Educação Básica – Saeb), na conclusão do Ensino Médio e da Educação Superior (Exame Nacional do Ensino Médio – Enem e Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – Enade) e, por fim, como alunos das pós-graduações (avaliações quadrienais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes). Em outros momentos, atuamos como atores sociais e observadores da avaliação como mensuração de competências gerais: o ranking do Enem, o ranking do Enade, o ranking do Programme of International Student Assessment (Pisa), o ranking da Pós-Graduação etc.

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A avaliação educacional na produção científica vista por meio de análise de redes sociais

Alvaro Chrispino, Doutor em Educação pela UFRJ, Professor Titular Sênior do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Bolsista de Produtividade em Educação do CNPq, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Luiz Ney d’Escoffier, Tecnologista. Fundação Oswaldo Cruz. Doutorando do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Educação do CEFET-RJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Camila Cristina Gomes Ferreira de Oliveira, Analista de Sistemas. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Doutora em Ciência, Tecnologia e Educação pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Lívia da Fraga Lima, Doutoranda em Engenharia de Produção e Sistemas, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Logo: Ensaio Avaliação e Políticas Públicas em Educação

A avaliação é um tema amplo e complexo. Amplo porque está intimamente ligado aos diversos setores da sociedade contemporânea. Os cidadãos se relacionam com ele de formas distintas, desde a avaliação profissional a que estamos sujeitos até a avaliação de aprendizagem em todos os níveis. Estamos submetidos ao processo avaliativo ou somos expostos ao resultado das avaliações.

É complexo, porque há inúmeras variáveis e atores sociais envolvidos nos “fatos” que solicitam a avaliação; na elaboração, aplicação e análise da avaliação de diversos tipos e nas “consequências” dos resultados dos processos avaliativos.

Em educação, o tema é especialmente importante. Há momentos em que atuamos como sujeitos da avaliação – na fase de alfabetização (Avaliação Nacional de Alfabetização), no Ensino Fundamental (Prova Brasil ou Sistema de Avaliação da Educação Básica – Saeb), na conclusão do Ensino Médio e da Educação Superior (Exame Nacional do Ensino Médio – Enem e Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – Enade) e, por fim, como alunos das pós-graduações (avaliações quadrienais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes). Em outros momentos, atuamos como atores sociais e observadores da avaliação como mensuração de competências gerais: o ranking do Enem, o ranking do Enade, o ranking do Programme of International Student Assessment (Pisa), o ranking da Pós-Graduação etc.

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Pandemia, ensino remoto e universidades públicas no Brasil: exclusão digital e falta de diálogo

Lourdes Maria Rodrigues Cavalcanti, Assistente em Administração da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação da UFPB, João Pessoa, PB, Brasil.

Maria das Graças Gonçalves Vieira Guerra, Professora Associada III do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba, Professora dos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFPB, João Pessoa, PB, Brasil.

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No Brasil, além da crise sanitária causada pelo novo coronavírus, viu-se que falta ao nosso país um projeto de nação. É evidente que o planejamento governamental, em todas as esferas do poder público, deixa a desejar, quando existe. Em relação às universidades federais, objeto desta pesquisa, constatou-se que apesar da obrigatoriedade, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) não contempla a gestão de riscos, e não existe um plano de contingência capaz de lidar com calamidades, tanto nas universidades federais, como no MEC. Houve grande dificuldade no levantamento dos dados oficiais, devido à escassez de informações e à ausência de um protocolo para a gestão da crise causada pela pandemia, o que ocorreu somente em 04 de maio de 2021 (BRASIL, 2021), quando o MEC criou um Protocolo de Biossegurança para o retorno das atividades presenciais, nas universidades federais, que ainda não aconteceu, pois é necessária a aquisição de insumos diversos, e, de acordo com a Andifes (2021), as universidades federais sofreram um corte no orçamento de custeio, de mais de 18%, sendo que o acumulado, desde o ano de 2019, soma 25% do orçamento. Segundo a Andifes (2021), é preciso haver negociações para o retorno às atividades presenciais, precedida de uma discussão que viabilize o retorno de recursos, de, pelo menos, 20% do orçamento, sob pena de descontinuidade de muitas políticas públicas implementadas, direcionadas à ampliação da oferta de acesso e de inclusão ao Ensino Superior.

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