COLÓQUIOS EM ENSAIO

A revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação tem o prazer de convidar para a 8ª edição da série “Colóquios em Ensaio”, que acontecerá no dia 17 de abril, terça-feira, das 14h às 16h, no TEATRO BETH SERPA, da Fundação Cesgranrio, campus Rio Comprido.
Na ocasião a Professora Thereza Penna Firme, mediada pela Professora Fátima Cunha, conversará com o público sobre avaliação.
Pedimos que a sua presença seja confirmada até o dia 13/04/18 através do e-mail ensaioeventos@cesgranrio.org.br, contendo nome, instituição, e-mail.
Fotos: Cláudio Pompeu
Fundação Cesgranrio

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Qual a trajetória do fomento à iniciação científica no país?

pibic

 

 

 

 

Título

Qual a trajetória do fomento à iniciação científica no país?
Por Adriano de Oliveira, Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Coordenador Pedagógico na Rede Municipal de Ensino de Florianópolis. Membro e pesquisador do Grupo TRACES/UFSC/CNPq.  Florianópolis, SC, Brasil. E-mail: adriano.deoliveira2@gmail.com

Lucídio Bianchetti, Doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Estágio Pós-doutoral na Universidade do Porto, Portugal. Professor Aposentado/Voluntário na Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC. Coordenador do Grupo TRACES/UFSC/CNPq. Pesquisador 1B do CNPq.  Florianópolis, SC, Brasil. E-mail: lucidio.bianchetti@pq.cnpq.br

 

Resumo Estudo analisa a trajetória da institucionalização da Iniciação Científica (IC) e da Iniciação Científica Júnior (ICJ) no país em geral e, particularmente, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nesta instituição (IES) a não utilização de todas as bolsas de ICJ disponibilizadas, na modalidade do Programa de IC – Ensino Médio (PIBIC-EM), aponta a tendência de refluxo do Programa, tornando questionável a materialização da metáfora do “círculo virtuoso”.
Conteúdo O artigo com o título “Iniciação Científica Júnior: desafios à

materialização de um círculo virtuoso” (OLIVEIRA, BIANCHETTI, 2018), publicada na Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação (v. 26, n. 98), foi realizada com o objetivo de analisar a trajetória da institucionalização da IC e da ICJ no país e, particularmente, na UFSC. Além disso, investigou-se a convergência das políticas de fomento à formação de professores/pesquisadores do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), direcionadas à Educação Básica (EB).

O artigo advém da pesquisa de doutorado de Oliveira e contempla um dos focos de pesquisa do Grupo de Estudo Trabalho e Conhecimento na Educação Superior (TRACES) da Universidade Federal de Santa Catarina.

O artigo estabeleceu interlocução com os estudos sobre ICJ (FERREIRA et al., 2010). Esta temática tem relação com pesquisa anterior realizada com a finalidade de analisar a política de fomento à pesquisa e formação de pesquisador do Governo FHC (OLIVEIRA, 2003).

Realizou-se a análise documental de leis, pareceres, decretos, indicadores de fomento e relatórios do CNPq e da IES onde foi realizada a pesquisa.

No estudo dos investimentos na formação inicial de pesquisadores foram identificados avanços e recuos dependendo das prioridades dos Governos, do contexto econômico, político e social do país e do crescimento do Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (SNDTC). Um dos destaques ocorreu nos Governos Collor-Itamar (1990 – 1994) que elevou a IC à condição de um programa, com a criação do PIBIC. No Governo Fernando Henrique Cardoso (1995 – 2002) são estabelecidas políticas de caráter sistêmico, as quais são aprofundadas nos Governos Lula da Silva e Dilma Rousseff (2003 – 2016).

Em relação às razões para a criação da ICJ, em um ambiente de produtivismo acadêmico hegemônico, nas universidades e nos institutos de pesquisa, destaca-se a preocupação em descobrir talentos potenciais e incentivar os jovens a seguir a carreira acadêmico-científica a partir da Educação Básica (EB), aligeirando o ingresso dos estudantes na graduação e pós-graduação.

Para a aproximação entre a Educação Superior (ES) e a EB, foram relevantes a criação da Nova Capes, em 2007, com as bolsas (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), Programa Jovens Talentos para a Ciência (PJT-IC) e, por parte do CNPq, com as bolsas de ICJ, em 2003. Nesse sentido, há uma convergência das diretrizes do CNPq e da Capes, voltadas para essa articulação entre as escolas e as universidades.

A pesquisa empírica foi realizada em quatro dos cinco campi da UFSC, na cidade de Florianópolis (campus central), Araranguá, Curitibanos e Joinville. No período de 2010 a 2015 foram concedidas 262 bolsas do Pibic-EM, para 15 escolas públicas.

Por fim, com o excerto abaixo pensamos poder resumir o conteúdo do artigo:

“Em relação à ICJ, podemos dizer que há uma preparação do jovem para o mundo científico, apresentando elementos e potencial de um círculo virtuoso entre a universidade e as escolas. Porém, o PIBIC-EM na UFSC, ao contrário do PIBIC da graduação, corre o risco de extinção, haja vista a trajetória de diminuição constante das bolsas e da não utilização de todas as disponibilizadas” (OLIVEIRA; BIANCHETTI, 2018, p. 154).

E, aquilo que ocorre na particularidade da UFSC, pode ser observado também em relação à situação do financiamento destes programas em nível de país.

 

 

 

Referência(s) FERREIRA, Cristina. A. et al. (Org.). Juventude e iniciação científica: políticas públicas para o ensino médio. Rio de Janeiro: EPSJV, UFRJ, 2010.

 

OLIVEIRA, Adriano de. Política científica no Brasil: análise da política de fomento a pesquisa do CNPq. 2003. 137 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003.

 

OLIVEIRA, Adriano de; BIANCHETTI, Lucídio. Iniciação Científica Júnior: desafios à materialização de um círculo virtuoso. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., v. 26, n. 98, p. 133-162, 2018. ISSN: 0104-4036 [acessado 22 fevereiro 2018]. DOI: 10.1590/s0104-40362018002600952. Disponível em:  http://www.scielo.br/readcube/epdf.php?doi=10.1590/s010440362018002600952&pid=S0104-40362018000100133&pdf_path=ensaio/v26n98/1809-4465-ensaio-26-98-0133.pdf&lang=pt

Links TRACES – Grupo de Estudos: Trabalho e Conhecimento na Educação Superior: http://traces.ufsc.br/

Ensaio – Avaliação e Políticas Públicas em Educação – ENSAIO: www.scielo.br/ensaio

iniciação cient

Aluna de 19 anos passa em 1º lugar em medicina na USP entre cotistas de escola pública

Aos 19 anos e recém-formada no ensino médio, Clara Menegucci Lougon foi aprovada em 1º lugar em medicina na Universidade de São Paulo (USP), entre os cotistas de escola pública. Eram 25 vagas reservadas para essa ação afirmativa, mas somente oito inscritos tinham as notas mínimas exigidas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para entrar no processo seletivo.

Só poderia concorrer às vagas quem tivesse tirado, no mínimo, 700 pontos em cada uma das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017. Clara conseguiu cumprir o requisito – suas notas foram 920 na redação, 890 em matemática, 740 em linguagens, 720 em ciências da natureza e 715 em ciências humanas.

Na sexta-feira (26), quando foram divulgadas as últimas notas de corte parciais no site do Sisu, a jovem viu que estava em 1º lugar das 25 vagas reservadas a pessoas que tenham feito o ensino médio inteiro em escola pública.

“Não tinha nota de corte, então fiquei com medo de ter acontecido algum erro. Como não teria gente interessada em fazer medicina na USP?” – Clara Menegucci

“Mas depois descobri que é porque não houve número suficiente de candidatos com a nota mínima exigida. Aí fiquei mais tranquila e tentei segurar a ansiedade até a divulgação das listas”, completa.

Ainda durante o período do Sisu, levantamento do G1 mostrava que, em outros cursos, a exigência de até 800 pontos de nota mínima deixava cotistas de fora da USP.

‘Cotas são mais do que justas’

O clima na casa de Clara é de comemoração e de uma pontinha de ansiedade: ela ainda aguarda o resultado do vestibular da Unicamp para decidir se estudará na capital paulista ou em Campinas, no interior. De qualquer forma, vai precisar sair de Vitória, onde mora, e se mudar para o estado de São Paulo.

“Vou tentar ficar em alguma república ou dividir apartamento com uma amiga. Várias meninas que estudavam comigo passaram na USP, só que em outros cursos. Isso já ajuda bastante”, conta Clara.

A jovem estudou em escola privada durante o ensino fundamental e fez o ensino médio no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Nesta etapa conciliou o instituto federal com as aulas de um cursinho privado, onde conseguiu uma bolsa de estudos integral por seu desempenho.

“O Ifes é uma das melhores escolas públicas do país e eu sempre tive ótimas notas. Mesmo assim, minha nota final na USP ficou uns 20 pontos abaixo da nota de corte da ampla concorrência. Ou seja: a cota é necessária e mais do que justa.”

O sucesso nos estudos também é atribuído ao apoio que Clara recebeu da família. Durante sua vida escolar, a menina se viu dividida entre engenharia (profissão da mãe) e medicina (carreira do pai).

“Sempre fui muito incentivada a desenvolver o raciocínio matemático e isso me ajudou muito. Fiz o curso de edificações e não gostei, então escolhi a medicina no último ano”, afirma. “Acho que passei na USP logo após terminar a escola porque meu conhecimento foi construído aos poucos, não foi nada de última hora”, diz.

As expectativas de Clara começaram a aumentar quando sua avó espalhou para os amigos que a neta estava em primeiro lugar na classificação parcial. Agora, com a confirmação, ela já começou a receber mensagens de veteranos de medicina da USP.

“Sempre estudei tranquila, então agora tento controlar a ansiedade. É tentar esquecer e aproveitar o restinho das férias”, brinca.

https://g1.globo.com/educacao/noticia/aluna-de-19-anos-passa-em-1-lugar-em-medicina-na-usp-entre-cotistas-de-escola-publica.ghtml

Por Luiza Tenente, G1

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Sisu 2018: resultado é divulgado

O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgado nesta segunda-feira (29), no site http://sisu.mec.gov.br/. Estão disponíveis as listas de aprovados de cada curso das 130 instituições participantes.

Em minutos, o sistema já apresentava instabilidade, como é possível ver no aviso abaixo, que apareceu às 9h07. O MEC afirmou que a equipe de manutenção está resolvendo o problema e que é possível acessar os resultados pelo link http://sisualuno.mec.gov.br. Basta preencher com o número de inscrição e a senha de acesso.

A primeira chamada também pode ser consultada nas páginas das universidades que integram o programa e na central de atendimento do Ministério da Educação (MEC), pelo número 0800-616161.

Aqueles que forem selecionados devem verificar, junto à instituição em que foram aprovados, qual o local, o horário e os documentos necessários para a matrícula. O prazo para efetivá-la vai do dia 30 de janeiro ao 7 de fevereiro.

Listas de espera

Podem tentar participar da lista de espera aqueles que:

  • não forem selecionados em nenhuma das duas opções de curso na chamada regular;
  • ou os que tenham sido convocados para a segunda opção.

Caso o candidato queira tentar, deve entrar em seu boletim de notas entre os dias 29 de janeiro e 7 de fevereiro e clicar no botão correspondente à “confirmação de interesse em participar da lista de espera”. O sistema irá emitir uma notificação avisando que a solicitação deu certo.

Os resultados serão publicados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 9 de fevereiro – e não pelo site do Sisu. É importante, portanto, que cada candidato acompanhe as convocações feitas pela universidade em que busca estudar.

Calendário do Sisu 2018

  • Inscrições: de 23 de janeiro até as 23h59 de 26 de janeiro
  • 1ª chamada: 29 de janeiro
  • Matrículas dos aprovados na 1ª chamada: de 30 de janeiro a 7 de fevereiro
  • Manifestação de interesse na lista de espera: de 2 de fevereiro até as 23h59 de 7 de fevereiro
  • Resultados das listas de espera: a partir de 9 de fevereirosisu

https://g1.globo.com/educacao/noticia/sisu-2018-resultado-e-divulgado-listas-de-aprovados-podem-ser-consultadas.ghtml

Desafios à atratividade, formação, retenção e avaliação de professores no Brasil

scielo

 

Pesquisadores da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo revisitam publicações nacionais e internacionais que discutem a qualidade dos docentes como cerne da qualidade de ensino e, consequentemente, propõem ações para a melhoria dessa qualidade em três dimensões: atratividade da carreira, formação e retenção de professores. A essas dimensões, os autores somam uma quarta: a avaliação dos docentes, e passam a sintetizar as principais ações que deveriam ser realizadas em cada um desses aspectos no Brasil.

Os autores partem do reconhecimento de que a profissão docente tem atraído uma camada da população com o menor background cultural e econômico e da constatação de que esse é um aspecto a ser equalizado a partir dos cursos de formação. Bauer, Cassettari e Oliveira afirmam que o aumento da atratividade da profissão docente está atrelado “ao aumento dos recursos financeiros alocados no magistério, ou seja, depende de uma consistente decisão de política pública” (p. 948) que busque a melhoria do salário, das condições de trabalho e da aposentadoria.

Em relação às políticas de formação, o estudo aponta que, apesar dos inegáveis avanços em termos de investimento financeiro, pelo governo federal e pelos estados subnacionais, na formação de docentes, a expansão dos cursos ainda é muito desigual no Brasil. Regiões como Norte e a Nordeste ainda enfrentam dificuldades em atender os requisitos mínimos de formação exigidos pela legislação vigente. Nas demais regiões, a expansão dos cursos de formação inicial se dá pelo setor privado, sendo necessário produzir estudos que permitam aquilatar a qualidade de tal formação.

Reter professores, segundo os autores, permanece um desafio. A abertura a formas de contratação precária e temporária de docentes, aliada a pouca atratividade da carreira nas redes públicas de ensino, são fatores apontados como dificultadores da retenção dos formados no magistério. Tais dados são reforçados por pesquisa de José Marcelino Pinto de Resende (2014), que aponta que o foco da política deve ser fazer com que os licenciandos que se formam permaneçam no magistério, já que a quantidade de egressos dos cursos de formação relacionados ao magistério tem sido suficiente. A retenção dos profissionais na carreira do magistério relaciona-se a fatores como o salário, mas também, e fortemente, às condições de trabalho dos professores. Uma das medidas apontadas no texto seria propor ações que permitissem os professores preencherem sua jornada de trabalho em apenas uma escola.

Sobre a dimensão da avaliação, os autores apontam que as iniciativas em voga no território nacional, ainda esparsas, pouco dialogam com as especificidades do trabalho docente, sendo pautadas por critérios presentes em avaliação de funcionários públicos de qualquer setor, tais como assiduidade, pontualidade, etc. Observam que práticas em voga no território nacional não constituem realmente estratégias de avaliação de docentes, mas sim políticas de bonificação, que pouco informam sobre a qualidade dos docentes.

Os dados analisados são provenientes de análise bibliográfica de estudos produzidos no Brasil e no exterior, cujos principais achados foram sistematizados pelos autores e organizados em subitens relativos a cada uma das dimensões analisadas.

Essa organização e mapeamento das principais tendências da literatura especializada permite propor uma agenda de pesquisas futuras para os interessados nas temáticas da atratividade, formação, retenção e avaliação de docentes.

Ver mais em:

 

http://humanas.blog.scielo.org/blog/2018/01/17/desafios-a-atratividade-formacao-retencao-e-avaliacao-de-professores-no-brasil/

 

Artigo de :

Adriana Bauera 

Nathalia Cassettarib 

Romualdo Portela de Oliveiraa 

aUniversidade de São Paulo. São Paulo, São Paulo, Brasil.

bUniversidade de Brasília. Brasília, Distrito Federal, Brasil.

Políticas docentes e qualidade da educação: uma revisão da literatura e indicações de política

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40362017000400943&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

 

 

Histórias escritas por crianças refugiadas viram coleção de livros infantis

O primeiro livro escrito por Valentina Streeter Botero tem apenas 130 palavras e conta a história de uma princesa chamada Valentina. Ilustrado com sete desenhos feitos pela própria autora mirim, prestes a completar seis anos de idade, o livro “A princesa Valentina” é uma de 22 obras de uma coleção de livros infantis criados por crianças refugiadas vivendo na cidade de São Paulo. Eles foram publicados como parte de um projeto desenvolvido pelo Instituto Adus, em parceria com as empresas Estante Mágica e Alphagraphics.

Em novembro, as crianças participaram de dois dias de oficinas com facilitadores e psicólogos, onde foram incentivadas a falar sobre seus sonhos. Além de escreverem as histórias, elas mesmas ilustraram a obra que, depois, foi transformada em livros de capa dura e entregues de presente aos pequenos escritores e escritoras. A ideia para 2018 é coordenar a produção de exemplares da coleção para a venda ao público em geral, como formar de gerar renda às famílias das crianças.

https://g1.globo.com/educacao/noticia/historias-escritas-por-criancas-refugiadas-em-sao-paulo-viram-colecao-de-livros-infantis.ghtml

livro crianças

PRÊMIO RIO DE LITERATURA – FUNDAÇÃO CESGRANRIO

Prêmio Rio de Literatura prorroga inscrições até 12 de janeiro

As inscrições para a 3ª edição do Prêmio Rio de Literatura 2017, promovido pela Fundação Cesgranrio em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, foram prorrogadas até o dia 12 de janeiro de 2018. Os interessados devem acessar o site do Centro Cultural Cesgranrio. Este ano, o concurso conta com uma nova categoria, na modalidade obras publicadas: a de Poesia, além das já existentes: prosa de ficção e ensaio.

Nos três casos, a primeira edição das obras inscritas deverá ter sido publicada entre 1º de outubro de 2016 e 1º de outubro de 2017. Os vencedores ganharão, cada um, R$ 100 mil. A categoria Novo Autor Fluminense abrangerá novos nomes da literatura que tenham nascido ou residam no estado do Rio de Janeiro. A iniciativa, além de oferecer R$ 10 mil ao vencedor, também viabiliza a edição e publicação de…

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