I CONGRESSO NACIONAL DE PRÁTICAS EDUCATIVAS

shs2-5-2-lqO “CONGRESSO NACIONAL DE PRÁTICAS EDUCATIVAS” tem como objetivo congregar pesquisadores e estudantes nas áreas de Ciências Humanas, Ciências da Saúde e Ciências da Natureza para, juntos, pensarem as diversas práticas educativas que estão sendo desenvolvidas no Brasil e na América Latina, tais como: processos educativos em saúde popular, ensino de ciências nas escolas, ensino de ciências humanas e sociais e seus diálogos, movimentos sociais no campo ou na cidade, gênero e constituição de sujeitos, história e suas interfaces com a pesquisa e o ensino, linguagens e códigos, tecnologias da informação e sua contribuição para a educação, história cultural e narrativas, literatura e formação de leitores, ciências da natureza e suas interfaces com a educação, dentre outros temas que fazem parte dos diversos grupos de diálogos. Esta primeira edição do evento: “O VER, O FAZER, O DIZER” é um momento para dialogarmos com as questões voltadas para as práticas de ver e de dizer o outro, com as práticas de fazer nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão.

Participe do I CONGRESSO NACIONAL DE PRÁTICAS EDUCATIVAS.
ACESSE: http://www.coprecis.com.br/index.php

 

 

Precisamos falar sobre Ensino a Distância

No dia 15 de agosto a revista Ensaio discutirá com os seus leitores, no campus da Fundação Cesgranrio, o artigo que sairá na edição 96 da revista, com o título “A representação social da Educação a distância sob o olhar dos brasileiros”.

Para acessar o artigo sobre Educação a Distância publicado pela Ensaio clique aqui:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40362017005004103&lng=pt&nrm=iso&tlng=en 

O texto dos professores Gustavo Marchisotti e Fátima Bayma de Oliveira será debatido com o público. A Educação a Distância é um tema relevante que está na pauta do MEC. Conforme a matéria do Estado de São Paulo, o MEC tem procurado expandir o número de matrículas no Ensino Superior nesta modalidade. Confira a matéria do Estado de São Paulo abaixo:

Ensino superior a distância avança e valores caem

Portaria do MEC que facilita criação de polos já mobiliza mercado, que espera ampliação; mudanças serão mais sentidas nas cidades pequenas

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Oportunidade: ‘Sou o vovô da sala’, diz Antunes – Foto: Rafael Arbex / Estadão

Flávia Minard estava procurando emprego, ajudava a cuidar do pai com mal de Alzheimer, e ainda tinha as responsabilidades de ser mãe de uma criança pequena quando começou sua graduação em Gestão de Recursos Humanos, em 2014. Conciliar tudo isso é foi possível porque optou pelo ensino a distância, em um polo da Unopar perto de onde mora, em Sete Lagoas, cidade de 230 mil habitantes na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas.

“Já fazia 13 anos que eu não estudava. A volta foi bem complicada, mas meu tutor ajudou muito”, conta Flávia, hoje com 34 anos. A dificuldade logo passou a ser encarada como oportunidade. “O EAD me fez ver que minha educação depende de mim, me fez explorar minhas capacidades”, explica. Com o diploma na mão, Flávia conseguiu um bom emprego e decidiu seguir na vida acadêmica. Hoje é aluna de um MBA, também na modalidade EAD na Unopar. “Nos horários vagos estou sempre estudando. Às vezes, sei que vou para algum lugar sem internet, então imprimo as atividades para levar comigo.”

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fonte: SENAC – SP

Segundo o Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação, havia 189 graduações a distância em 2005. Dez anos depois, mostra o censo mais recente, esse total saltou para 1473 – alta de quase 680%.

 

A possibilidade de cursar uma graduação perto de casa deve chegar a mais pessoas como Flávia já neste ano, graças a uma portaria do MEC que permitirá às instituições de ensino privado com notas satisfatórias nas avaliações do governo abrirem mais polos de ensino a distância por ano sem necessidade de autorização prévia.

A abertura vai depender do Conceito Institucional, uma medida de qualidade do ministério que varia de 1 a 5, sendo as notas superiores a 3 consideradas satisfatórias. Para grupos com nota 3, a portaria permite abertura de até 50 polos por ano. No caso das notas 4, esse limite sobe para 150. Quem tem nota 5 pode abrir até 250 polos em um ano. A portaria também permite que as bibliotecas e laboratórios sejam apenas virtuais – anteriormente, cada polo precisava ter essa infraestrutura física.

A portaria foi publicada no fim do mês passado e já causou impactos. “Em 48 horas tivemos queda nas mensalidade, porque já vivíamos em um cenário de superoferta e a medida vai aumentar ainda mais. É uma regra básica de economia. Mas caiu também porque as instituições antigas no mercado já amortizaram seus investimentos e conseguem reduzir preços”, diz João Vianney, consultor em EAD da Hoper Educacional, que pesquisa a área.

“O MEC desburocratizou o processo de abertura de polos, privilegiando quem já demonstrou qualidade. A instituição vai levantar a demanda – e o tempo será apenas o necessário para montar a estrutura e abrir o polo”, afirma Sólon Caldas, diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), para quem a medida é extremamente positiva para o País, pois ajudará a aumentar o número de matrículas no ensino superior.

“O País precisa expandir. Temos a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) para cumprir e só 18% de matrícula”, diz. O PNE é uma lei que estabelece 20 metas para a educação até 2024. A meta 12, especificamente, prevê que 33% dos jovens de 18 a 24 anos estejam matriculados no ensino superior; em 2015, a taxa era de 18,1%.

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fonte: UOL EDUCAÇÃO


Neste semestre

A expansão da oferta em EAD deve começar a ser sentida neste semestre. “Este ano, vamos abrir cerca de 100 polos. São locais para os quais já tínhamos processos encaminhados – estavam parados desde 2013. Devemos abrir mais 200 polos em 2018, sobretudo em Estados onde ainda não estamos, no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, em cidades de 100 mil habitantes”, diz Carlos Fernando de Araujo Júnior, pró-reitor de EAD do grupo Cruzeiro do Sul. Além de crescer em total de polos, passará a ofertar cursos que ainda não tinha em seu cardápio EAD, como Nutrição, Arquitetura e Licenciatura em Educação Inclusiva.


Jovem e no interior

O perfil do aluno do EAD tem se aproximado cada vez mais com o perfil do presencial, e o contexto atual pode atrair ainda mais alunos jovens. “A redução na oferta de programas públicos de financiamento estudantil está trazendo uma demanda crescente pelos cursos EAD, já que são mais acessíveis”, afirma o vice-presidente acadêmico do grupo Kroton, Mário Ghio.

Ao facilitar a abertura de polos, a portaria do MEC traz um impacto sobretudo para cidades pequenas. A Kroton, por exemplo, diz ter um “plano robusto de expansão”, com novas praças já mapeadas. “O Brasil tem ainda muitas cidades de tamanho médio e pequeno, longe dos grandes centros urbanos, sem nenhuma oferta de ensino superior. Nestas cidades podemos iniciar com o portfólio clássico e complementar com os cursos de saúde e engenharias ao longo prazo”, diz Ghio.

Ainda assim, o EAD encontra demanda também entre o público mais velho, e nas grandes cidades. “Sou o vovô da sala”, diverte-se Joary Carlos Antunes, de 58 anos, que cursa Análise de Sistemas em EAD na Cruzeiro do Sul. Antunes trabalha no setor de vendas e já tinha começado duas faculdades, sem conseguir levar adiante. “Se estava em um cliente no fim da tarde do outro lado da cidade, perdia as aulas. O formato EAD veio para solucionar o problema.”


Autonomia

“Libertador” é o termo ainda que Flávio Murilo de Gouvêa, diretor acadêmico de EAD do grupo Estácio usa para se referir à metodologia, que tem base na internet. “O modelo promove emancipação. O aluno adquire autonomia para aprender coisas novas. Isso é importante porque ao fim do ciclo universitário ele terá a necessidade de continuar aprendendo”, afirma.

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fonte: PORTAL DO BIBLIOTECÁRIO


Engenharias e Saúde online vão ganhar estímulo

Ao permitir que as bibliotecas e laboratórios sejam virtuais, as áreas de Saúde e Engenharia também devem ter mais oferta em EAD. “Há simuladores muito bons, que permitem fazer experiências químicas ou físicas, por exemplo”, diz Gouvêa. Ele lembra que até na prática profissional as tecnologia virtuais já estão se sobressaindo, portanto não haveria motivo para exigir certas estruturas físicas. “Se for hoje a um hospital, o exame entra direto no sistema, não tem mais o papel, o físico.”

Mas cursos com perfil prático exigem cuidados especiais ao serem oferecidos a distância, como no caso da Educação Física. “Temos uma grande quantidade de aulas práticas, que acontecem nos laboratórios, ginásios e academias dos polos”, explica coordenador do curso da Unip, Bergson Peres. “Temos de acompanhar o mercado, responder à demanda que existe, mas da melhor forma possível.” Cursos na área de saúde em EAD ainda são muito recentes, mas o exemplo da Unip mostra que não faltam interessados. “Não esperava tanta procura. Em três semanas, as matrículas pularam de 300 para 3.500”, diz sobre o curso, lançado este ano.

FONTE: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,ensino-superior-a-distancia-avanca-e-valores-caem,70001884866

IV Bazar de Doações da Coordenadoria de Projetos Sociais da Fundação Cesgranrio

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O IV Bazar de Doações, realizado pela Coordenadoria de Projetos Sociais da Fundação Cesgranrio, no período de 20 a 29 de junho, no Clube Ginástico Desportivo, voltado para os beneficiários do Projeto “Apostando no Futuro” e seus familiares, residentes na Comunidade Paula Ramos e Adjacências, foi um sucesso. Quero partilhar com todos que colaboraram para essa realização a alegria que proporcionaram a essa população.

A satisfação percebida no olhar dos visitantes e o exercício da solidariedade comprovam que temos aí um dos caminhos para maior aproximação e integração da comunidade com o Projeto, aspectos indispensáveis no trabalho realizado.

Ações sociais como essa desenvolvida de forma a estimular o exercício da escolha, apuração do gosto, da criatividade e da adequação da roupa ao tipo físico, ampliam o horizonte cultural e elevam a autoestima, aspectos que compõem o processo de educação integral pois, na informalidade do Bazar, esse processo se fez presente ao longo de sua realização.

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Recebemos no Bazar uma média de 360 visitantes. Finalizamos com o registro de algumas de suas falas:

O Bazar é muito importante! Muito bom, para todos nós. Roupas muito boas e utilizáveis. Ele é muito útil, principalmente para os que não têm o que estão recebendo!”

Gente, o Bazar é uma maravilha. Não tem coisa melhor. Só roupas boas! Doar peças para as pessoas da comunidade é ‘show de bola’!”

O Bazar é uma iniciativa muito boa. Ainda mais que tudo é de graça. Roupas em quantidade e de muito boa qualidade. Dou nota 10, 100, 1000, a esse trabalho!”

Gostei muito do Bazar. Muitas opções – roupas, sapatos, mantas etc… Escolhi para mim e para minha filha. Isto é maravilhoso, principalmente, para quem não pode comprar.”

 

Ass: Rosa Torte

Projetos Sociais – Fundação Cesgranrio