Ensaio convida: VIIIª Edição – Série Colóquios em Ensaio

 

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Thereza Penna Firme

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Foto: Cláudio Pompeu – Fundação Cesgranrio

 

Professora Fátima Cunha

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Foto: Cláudio Pompeu – Fundação Cesgranrio

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Paixão de Cristo será encenada no Teatro Cesgranrio e na Lapa

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A mais linda história da humanidade será contada no Teatro Cesgranrio, de 27 a 29 de março, no espetáculo “A Paixão de Cristo”. Com um elenco de 36 atores/cantores, a peça vai mesclar músicas de cunho religioso e outras conhecidas de musicais famosos da Broadway, como “Godspell” e “Jesus Cristo Superstar”.

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Jesus Cristo será interpretado por Nelson Gaia, que atuou nas peças “Sim, mas não prometo” e tocou percussão na peça “Omi – do leito ao mar”. Já quem assume o papel do diabo é o ator Jack Berraquero, que atua na novela “Deus Salve o Rei” e também participou da série “Verdades Secretas”. Tatty Caldeira, atriz e cantora, que atua no musical “O Homem no Espelho”, empresta pelo quarto ano seguido sua imagem e voz a Maria Madalena.

Com produção geral de Carlos Alberto Serpa e figurinos de Beth Serpa, a encenação é dirigida por Márcio Fonseca. A versão brasileira é assinada por Alexandre Amorim.

 

Serviço:

A Paixão de Cristo
Datas: de 27 a 29 de março
Horário: de terça a quinta, às 20h
Local: Teatro Cesgranrio – rua Santa Alexandrina, 1011, Rio Comprido
Tel.: (21) 2103-9682
Ingressos: R$40,00 / R$20,00
Classificação etária: livre
Duração: 70 minutos
Clique aqui para comprar seu ingresso online

 

Encenação na Lapa, na Sexta-feira Santa

Encenado tradicionalmente na Lapa, o “Auto da Paixão de Cristo” já é um evento muito esperado pelos cariocas. Nesse ano, a montagem será realizada no dia 30 de março, com início previsto para 18h30, após a procissão do Senhor Morto.

O espetáculo, gratuito, é promovido pela Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, com patrocínio e produção da Fundação Cesgranrio.

“A iniciativa tem o objetivo de oferecer aos cariocas um momento de devoção e aproximação da fé cristã. Com este auto, convidamos os moradores do Rio de Janeiro a recordar e viver o real significado da vida de Cristo”, diz Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio.

Serviço:

Endereço: Arcos da Lapa
Data e horário: 30 de março, às 18h30
Ingresso: Entrada gratuita

FONTE: http://cultural.cesgranrio.org.br/paixao-de-cristo-sera-encenada-no-teatro-cesgranrio-e-na-lapa/ 

 

Cesgranrio traz o doce sabor da Páscoa para o Rio Comprido – 2018

EXPOSIÇÃO DE 24/03 A 15/04/18

DE QUINTA A DOMINGO, DAS 10h ÀS 17h

O evento não abrirá na sexta-feira santa, dia 30/03/2018

 

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Exposição: “Cadê o Chocolate?” / foto: Luíza Teixeira

O clima de Páscoa vai tomar conta do Espaço Cultural Cesgranrio. O prédio anexo da instituição recebe a exposição “Cadê o Chocolate?” Num evento gratuito, o público vai desfrutar de uma grande brincadeira, que ficará em cartaz até o dia 15 de abril.

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Exposição: “Cadê o Chocolate?” / foto: Luíza Teixeira
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Exposição: “Cadê o Chocolate?” / foto: Luíza Teixeira
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Exposição: “Cadê o Chocolate?” / foto: Luíza Teixeira
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Exposição: “Cadê o Chocolate?” / foto: Luíza Teixeira

As atrações reúnem vários cenários idílicos, como a Casa do Chocolate; Escolinha da Páscoa; a Casa da Alice, com direito a chá com a própria Alice e com o Chapeleiro Maluco; e a toca do Pernalonga. Cada um destes locais foi planejado para criar uma experiência única e envolvente. Além disso, crianças, jovens e adultos vão aproveitar uma série de brincadeiras preparadas especialmente para a data. O evento é recomendado para pessoas de todas as idades.

Teatro

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A programação se completa com a peça de teatro “Cadê o Chocolate?”. A fábula mostra a importância do amor, da fé e da esperança nesta época do ano ao narrar a história dos coelhos Zeca e Tina, que precisam salvar a Páscoa, já que o pai deles, o Coelho da Páscoa, resolve tirar féria e surfar no Havaí. Além de terem que preparar os ovos, eles ainda precisam enfrentar a Bruxa Margot e seu fiel Corvo, que querem ficar com todo o chocolate para eles. No final, tudo deu certo porque eles receberam a ajuda da Fada Florentina. As vagas para o teatro são limitadas, por isso as senhas são entregues na fila, por ordem de chegada.

Segundo o professor Carlos Alberto Serpa, presidente da Cesgranrio, a peça vai recordar os valores da Páscoa cristã:

– Essa fábula vai mostrar de forma divertida e lúdica que é preciso haver diálogo, entendimento e, principalmente, perdão entre as pessoas. Vamos lembrar que a morte e ressurreição de Jesus Cristo, assim como seus ensinamentos, devem sempre nos orientar, para experimentarmos a renovação de nossas próprias vidas.

 

informações

Endereço: Rua Santa Alexandrina, 1122 B – Rio Comprido – Rio de Janeiro / Fundação Cesgranrio, prédio anexo ao campus (antigo Le Buffet)

Data: 24 de março a 15 de abril de 2018

Exposição
Quinta a domingo, das 10h às 17h

Teatro
Teatro Beth Serpa
Peça: “Cadê o Chocolate?”
Quinta a domingo, às 11h, 14h e 16h – (entrada mediante retirada de senha)
capacidade: 80 lugares

A entrada no teatro não está condicionada à entrada na exposição. Haverá distribuição de senhas no local para a entrada no teatro. Teatro sujeito a lotação.

Entrada franca (doação opcional de 1 kg de alimento não perecível)
Fraldário no local

Obs.: O evento não abrirá na sexta-feira santa, dia 30/03/2018

Informações: 2103-9600

Como chegar:

Vindo da Zona Norte: Seguir pela Av. Paulo de Frontin, sentido Túnel Rebouças. Após o Hospital dos Bombeiros, manter a direita. Seguindo a placa para o Le Buffet, passar por cima do túnel para acessar a Rua Santa Alexandrina.

Vindo da Zona Sul: Ao sair do Túnel Rebouças, acessar a Av. Paulo de Frontin, à direita. Fazer o primeiro retorno, em frente ao Hospital dos Bombeiros e manter a direita. Seguindo a placa para o Le Buffet, passar por cima do túnel para acessar a Rua Santa Alexandrina.

FONTE: http://cultural.cesgranrio.org.br/cesgranrio-traz-o-doce-sabor-da-pascoa-para-o-rio-comprido-2018/ 

 

Palestra ABEC: A Construção de Periódicos Autossuficientes

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Essa semana (6 a 9 de novembro de 2017),  aconteceu, no Paraná, a reunião da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC). Assista abaixo a palestra, que foi transmitida ao vivo, do professor  Charles Pessanha sobre a construção de periódicos autossuficientes:

Formação docente e ensino de “Política Educacional” em instituições de educação superior do Rio de Janeiro

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Foto: Cláudio Pompeu (Gabinete de Imprensa da Fundação Cesgranrio)

Sala cheia para mais um evento promovido pela Fundação Cesgranrio. A revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação realizou a IX edição do evento “Conversa com o autor“, no dia 25 de outubro, na Sala do Conselho da Fundação Cesgranrio, campus Rio Comprido.

Na ocasião, a Professora Laélia Portela Moreira (UNESA) conversou com o público presente  composto em sua maioria por mestrandos, doutorandos, professores universitários e funcionários da Fundação Cesgranrio – , sobre o seu artigo publicado recentemente na Ensaio nº 97.

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Professora  Laélia Portela Moreira (UNESA), autora do artigo. Foto: Cláudio Pompeu (Gabinete de imprensa da Fundação Cesgranrio) / Foto: Cláudio Pompeu (Gabinete de Imprensa da Fundação Cesgranrio)

No evento também foi feito o lançamento do nº 97 da revista Ensaio, publicada no Scielo e em outros indexadores nacionais e estrangeiros: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0104-403620170004&lng=pt&nrm=iso 

O debate contou com a mediação da Professora Maria Celi Chaves Vasconcelos (UERJ), do Conselho de Educação do Estado do Rio de Janeiro e membro do Conselho Editorial da revista Ensaio.

 

 

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Professora Maria Celi Chaves Vasconcelos (UERJ) / Foto: Cláudio Pompeu (Gabinete de Imprensa da Fundação Cesgranrio)

Da Fundação Cesgranrio, completou a mesa, a Professora Érika Dias,  representando a Professora Fátima Cunha, Editora da revista Ensaio.

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Professora Laélia Portela Moreira (UNESA), Professora e Editora Adjunta da revista Ensaio Érika Dias e Professora Maria Celi Chaves Vasconcelos (UERJ). Foto: Cláudio Pompeu (Gabinete de Imprensa da Fundação Cesgranrio).   

O artigo em questão teve por objetivo analisar o ensino de “política educacional” a futuros educadores. Na sua apresentação, a autora analisou o conteúdo das ementas e a bibliografias desta disciplina, lecionada em seis universidades da região metropolitana do Rio de Janeiro, a fim de compreender o que as universidades entendem por política educacional e de que forma isto é ensinado aos futuros professores. Para a autora, o papel da disciplina, ao que parece, pelas ementas e bibliografia, é mais informativo que formativo. Trata-se de indicações do estado ou situação dos efeitos provocados pela existência de uma determinada política pública da educação, como se a prática docente nada tivesse com seu aprimoramento ou alteração. A Professora Laélia também inferiu com a sua pesquisa que o conteúdo da disciplina por vezes é muito otimista em relação ao que o aluno de Pedagogia vai de fato aprender e levar para a sala de aula. No momento do debate, as Professoras Fátima Cunha e Maria Celi chamaram a atenção para o fato de o ensino de “Política Educacional” ter relação direta com a formação de professores, tema que também foi debatido pela mesa e pelo público presente.

Para ler o artigo “Formação docente e ensino de política educacional em instituições de educação superior do Rio de Janeiro” acesse:

http://dx.doi.org/10.1590/s0104-40362017002500857 

 

 

Representação social da Educação a Distância é tema da VIII Conversa com autor

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Os professores Gustavo Guimarães Marchisotti (Universidade Federal Fluminense – UFF) e Fátima Bayma de Oliveira (Fundação Getulio Vargas – FGV), autores do artigo “A representação social da Educação a Distância sob o olhar dos brasileiros”, publicado na Ensaio 96, foram os convidados para a VIII Conversa com o autor, realizada em 15 de agosto na sede da Fundação Cesgranrio. O debate foi mediado por Ana Ivenicki, docente titular da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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À esquerda Profª Drª Fátima Bayma, ao centro Profª Drª Fátima Cunha e Prof. Gustavo Marchisotti

Os articulistas explicaram que seu texto tem o objetivo de apresentar os resultados obtidos por meio de uma pesquisa aplicada a 100 respondentes sobre sua percepção acerca da Educação a Distância no Brasil. Segundo eles, a intenção é compreender como esse modelo de ensino é compreendido pela população e se a EaD pode ser considerada um instrumento a favor da ampliação do acesso ao ensino superior no país.

Fátima Bayma foi a primeira a falar, ressaltando que os preconceitos em relação à EaD vêm sendo superados entre os especialistas em educação. Entretanto, ela assinalou que esse formato demanda constante debate para aprimoramento:

– Há uma série de controvérsias e divergências quanto ao uso da EaD. Uma delas eu comento aqui, para nós pensarmos juntos. Fala-se muito sobre a formação do cidadão, o currículo, a aprendizagem e os valores do ser humano. Eu vejo que, nesse mundo da virtualidade, é preciso reforçar a discussão e a exigência de qualidade desses cursos. Hoje, está se permitindo, no Brasil, a flexibilização da Educação a Distância e esse é um mundo que, de fato, está se descortinando para a nova geração. Nesse sentido, eu proponho irmos além do que está no artigo e considerarmos o futuro desse modelo de ensino – declarou.

Gustavo Marchisotti, por sua vez, detalhou os dados obtidos em sua pesquisa:

– Há uma percepção muito positiva sobre a EaD no Brasil, mas há ressalvas nesse pensamento. Para os respondentes, há pontos que não podem ser ignorados, entre os quais destaco: necessidade de mesclar EaD com encontros presenciais (e por isso vemos como o modelo híbrido está bem em voga aqui no país, pois aponta-se a importância de troca, de interação direta); necessidade de professores capacitados para oferecer cursos a distância, ou seja, que tenham feito corretamente a “transição” do modelo presencial ao online; e material adequado para essa modalidade, pois a dinâmica em relação ao modelo presencial é radicalmente diferente e isso interfere diretamente no envolvimento do aluno com a disciplina e o curso – falou.

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Profª Drª Fátima Bayma, ao centro Profª Drª Ana Ivenicki e Prof. Gustavo Marchisotti

Fátima possui doutorado em Educação pela UFRJ, mestrado em Administração Pública pela University of Connecticut (EUA) e graduação em Administração Pública pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), da FGV. É professora titular dos cursos de mestrado e doutorado em Administração da Ebape. Desenvolveu diversos cursos de pós-graduação na FGV, bem como o Programa de MBA de Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação da instituição. Foi Secretária-Executiva do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e Diretora de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho e Emprego. É também autora de livros e artigos nas áreas de Educação e Gestão de Saúde.

Graduado em Engenharia Industrial Elétrica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), Gustavo é especializado em Redes de Computadores pelo Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (DCC-UFMG) e mestre em Administração de Empresas pela Ebape/FGV. Atualmente, cursa doutorado em Sistemas de Gestão Sustentável na UFF. É pesquisador do Laboratório de Governo e Negócios Eletrônicos da Ebape (e:lab), além de atuar como Gestor na Dataprev e como professor  de cursos de graduação e pós-graduação, tutor de cursos online e orientador nas áreas da TI, Gerência de Projetos e Administração.

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Clarissa Macedo
Gabinete de Imprensa Fundação Cesgranrio