Carlos Alberto Serpa toca projeto social no Rio Comprido

Apostando no Futuro leva educação, saúde e cultura a moradores de quatro comunidades da região

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Carlos Alberto Serpa: “Não basta educar, projeto social é uma obrigação para quem pode ajudar” (FOTO: Felipe Fittipaldi / Veja Rio)

O professor Carlos Alberto Serpa de Oliveira, engenheiro, fundador e presidente da Fundação Cesgranrio, tem uma crença inabalável: a cultura como fator de transformação social. Essa certeza não é baseada apenas em teoria; ela se comprova diariamente por meio dos projetos que a entidade fomenta. Sem o uso de leis de incentivo e utilizando recursos próprios, a instituição investe em teatro, música, dança, literatura e artes plásticas. Mas, para Serpa, o principal projeto é o Apostando no Futuro, que leva educação, saúde e atividades culturais às comunidades de Paulo Ramos, Escadaria, Vila Santa Alexandrina e Parque André Rebouças, todas localizadas no bairro do Rio Comprido, onde a Cesgranrio está instalada.

A ideia do projeto nasceu quando a fundação se mudou, em 2001, do Cosme Velho para a atual sede. Ali, o professor se convenceu de que precisaria dar uma contribuição mais efetiva à sociedade. “Vimos a miséria em nosso entorno. Tínhamos de fazer alguma coisa, não dava para ficarmos parados”, justifica ele, que então decidiu criar o próprio projeto. Com o auxílio da professora Terezinha Saraiva e de seu filho já morto, o engenheiro Cláudio Saraiva, Serpa deu início ao Apostando no Futuro dois anos depois. “Ajudamos as pessoas a tirar documentos, oferecemos atividades de lazer, arte e cultura, reforço escolar, aulas de computação, formação para o trabalho, direcionamos a escolas, damos bolsas de estudo, distribuímos cestas básicas, encaminhamos a empregos, médicos e dentistas. É um projeto de resgate de cidadania”, resume o professor.

O atendimento é totalmente gratuito, para qualquer faixa etária, e não há nenhuma exigência, além da obrigatoriedade de o assistido ser morador das comunidades no entorno da fundação. “Vinte e cinco mil pessoas já foram beneficiadas e, no momento, atendemos cerca de 2 000 famílias”, contabiliza Serpa, que, aos 75 anos, tem a convicção de estar no caminho certo. “Não basta educar, projeto social é uma obrigação para quem pode ajudar. Para mudar o país, é preciso investir na formação das crianças e dos jovens”, alerta o educador.

Por Heloiza Gomes

FONTE: Veja Rio
Carlos Alberto Serpa toca projeto social no Rio Comprido

 

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II Semana Acadêmica

Prezados,

 A Diretoria Acadêmica e os Coordenadores dos Cursos de Gestão de Recursos Humanos e Gestão da Avaliação têm a satisfação de convidá-los para a II Semana Acadêmica da Faculdade Cesgranrio que será realizada no período de 5 a 9 de junho de 2017.

Local do Evento: Auditório da Faculdade Cesgranrio, rua Cosme Velho, 155 – Cosme Velho – RJ.

Horário: 19h às 21h

Programa completo:

Programa 2a Semana Acadêmica

Professor Serpa participa de seminário na ABL sobre nova base nacional curricular

O presidente da Fundação Cesgranrio, professor Carlos Alberto Serpa, ministrou, no dia 25 de maio, uma palestra sobre o novo currículo da educação brasileira, a qual integra o seminário “Brasil, brasis”, promovido pela Academia Brasileira de Letras. O professor Carlos Artexes, vice-diretor da Escola Sesc do Ensino Médio, debateu o assunto junto ao professor Serpa. A mesa de discussão foi composta ainda pelos acadêmicos Domício Proença Filho, presidente da ABL, e Arnaldo Niskier.

O primeiro a falar foi Carlos Artexes, que se encarregou de apresentar um panorama da atual situação da educação básica no Brasil, ressaltou que o acesso foi intensamente ampliado nos últimos 30 anos, embora a qualidade de ensino esteja longe do ideal:

– O Brasil, por alguma razão na sua história, excluiu uma parte significativa da sua população do direito à educação e tem feito um esforço extraordinário para pagar essa dívida com seu povo. O país, que já foi a sétima maior economia do mundo e hoje é a nona, tem um dos piores indicadores de escolarização, comparativamente aos países de mesmo avanço econômico. Então, a educação básica se configura hoje como uma perspectiva fundamental de recuperação do nosso direito de educar nossa população de mais de 200 milhões de habitantes. Nós enxergamos com clareza que é necessário discutir o currículo para alcançar o que pretendemos. Esse é um debate antigo, que enfoca a universalização da educação das pessoas, prevendo a formação humana ampliada e integrada em suas múltiplas dimensões, mantendo a fixa ideia de que nosso objetivo é educar todos, em todas as coisas, de uma forma total. Isso me parece uma “utopia” importante, nós precisamos insistir nessa busca por garantir a formação integral de todas as pessoas – declarou.

Em seguida, o professor Serpa também abordou o valor do novo currículo para a formação do estudante. Ele comentou sobre a importância de unir a cultura como instrumento para estimular o interesse e o aprendizado, além de destacar a importância de fomentar a consciência cidadã:

– Eu vou focar minha fala no Ensino Médio, porque não só é a área onde tenho mais experiências, mas também onde penso que a revolução no modelo ensino-aprendizagem será maior nos próximos anos. Nós estamos vivendo um momento na sociedade brasileira em que se percebe que a ética, os valores estão caindo por terra. Esse é o momento de fazer com que os nossos jovens possam valorizar esses comportamentos éticos tão fundamentais para a figura humana. E também nós temos que fazer o desenvolvimento cultural, intelectual e político desses jovens. Essa é a missão do Ensino Médio. Para tal, nós temos que formar, é claro, para a cidadania e fazer que o indivíduo possa começar a discernir, a pensar com mais liberdade sobre os temas que lhes são colocados e aprender a fazer escolhas. Nós temos que obter, desses jovens, competências cognitivas, mas também habilidades socioemocionais – afirmou.

A apresentação aconteceu no teatro da Academia, no Centro do Rio, e contou com a presença de docentes e estudantes de diferentes instituições. O evento também foi transmitido, ao vivo, pela Internet.

PRESS RELEASE: APRENDIZAGENS NA ESCOLA EM TEMPO INTEGRAL: O PESO DAS APRENDIZAGENS ESCOLARES

Maria Celeste Reis Fernandes de Souza

Docente do Programa Pós-Graduação Stricto Sensu em Gestão Integrada do Território – Universidade Vale do Rio Doce – UNIVALE

Governador Valadares, Minas Gerais, Brasil

celeste.br@gmail.com

O estudo realizado pela Prof.ª Dr.ª Maria Celeste Reis Fernandes de Souza, e concluído em 2015, tem como cenário a Escola em Tempo Integral (ETI), implantada em um município de médio porte para todas as crianças e todos os adolescentes matriculados em uma jornada diária de 8 horas de atividades escolares. Os resultados apresentam uma novidade no debate sobre a ampliação da jornada escolar no cenário brasileiro que é a valorização, por parte dos estudantes, na ETI, das aprendizagens decorrentes das disciplinas escolares, as quais esses sujeitos valoram e atribuem diferentes sentidos. Nos resultados, publicados pela revista Ensaio, pode se conferir o artigo na integra e os desejos expressos pelos (as) estudantes de poderem, no tempo integral, aprenderem mais sobre História, Geografia, Matemática, Língua Portuguesa…  Ao mesmo tempo, o peso conferido por eles e elas a essas aprendizagens expõe tensões no tempo integral entre a racionalidade de matriz cartesiana e a corporeidade.

O referencial teórico e metodológico que subsidiou o estudo são as contribuições de Bernard Charlot sobre a relação com o saber. O material empírico analisado foi produzido por meio do balanço de saber e consistiu na elaboração de um texto sobre a experiência de cada sujeito na ETI.  Os balanços de saber foram lidos como um texto único, e considerou-se que eles trazem um discurso do (a) estudante sobre suas experiências no tempo integral. A análise concentrou nas aprendizagens dos (das) estudantes na ETI, e o que gostariam de aprender no tempo a mais que permanecem na escola.

Os resultados do estudo provocam a reflexão sobre o que se deseja ensinar no tempo integral, “o que se espera que os (as) estudantes aprendam e o acesso ao conhecimento que nomeamos científico (conteúdos de saber, normas, habilidades, encadeamento de determinados conhecimentos, resoluções de problemas, modos de raciocínio, análises textuais, aplicações (ou não) no cotidiano…). O tempo integral é mais uma oportunidade de tratar da especificidade do conhecimento escolar para que ela não fique escamoteada pela discussão, importante, do acesso a outros saberes, espaços e tempos, presente na discussão sobre a ampliação da jornada escolar”.  A temática do tempo integral é o objeto de reflexão deste artigo que apresenta resultados de uma pesquisa, cujo objetivo foi compreender as relações que estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental estabelecem com saber e a Escola em Tempo Integral. A pesquisa contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq – e foi realizada durante estágio de pós-doutorado realizado pela autora sob a supervisão de Bernard Charlot.

VII Conversa com o autor: PROGRAMA EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARA CAPACITAÇÃO E INCLUSÃO NO TRABALHO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

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