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Resultado do Enade é antecipado e revela que instituições federais superaram as particulares

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta sexta-feira, 1º de setembro, em coletiva de imprensa, os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2016. O exame é realizado para aferir o desempenho dos estudantes em relação a conhecimentos, competências e habilidades desenvolvidas ao longo do curso de graduação. No total, 195.757 inscritos fizeram a prova e 4,3 mil cursos foram avaliados.

Segundo a presidente do Inep, Maria Inês Fini, a instituição fez melhorias na forma de divulgação dos dados referentes a 2016 e, pela primeira vez, antecipou o resultado – que anteriormente só era tornado público após a realização do exame. “Mesmo sendo o maior Enade já realizado, tanto em número de cursos quanto de participantes, estamos divulgando os resultados antes do prazo previsto, o que demonstra a responsabilidade e o profissionalismo das equipes de logística e pedagogia do nosso órgão”, afirmou Maria Inês Fini.

Para Maria Inês, o desempenho dos estudantes precisa melhorar. A maior parte dos inscritos alcançou resultado mediano nos conceitos avaliados no exame. “Em relação ao conceito do exame, a maioria está em torno do conceito médio, regular. Isso é um indicador de que precisamos de um empenho e de um esforço muito maior para prover educação de qualidade”, finalizou.

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Ainda sobre os dados revelados, os indicadores de qualidade da educação superior demonstraram que o desempenho das universidades federais foi melhor que o da rede privada, numa escala crescente de 1 a 5. As federais tiveram 43% das instituições com conceito 4 e 16% com o conceito 5. Enquanto isso, nas particulares, os percentuais foram, respectivamente de 19% e 3%.

Na ocasião, também foram anunciados outros dois indicadores: o conceito Enade e o indicador de diferença entre os desempenhos observado e esperado (IDD). São informações detalhadas a respeito da composição das provas, do desempenho e do perfil dos estudantes, da distribuição dos cursos no país, além de uma visão sobre o desempenho das instituições brasileiras no Enade.

Para o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Henrique Sartori, os indicadores possibilitam que o MEC aplique as questões regulatórias, de acompanhamento e avaliação dos cursos e instituições que devem prezar por uma educação de qualidade em todo o país. “Se a nota é alta, consequentemente, o conceito vai crescer. Se a nota é baixa, ou há uma queda nesse desempenho, possivelmente você poderá ser atingido. E ao passo que isso ocorra, a Seres toma cuidado, chama a instituição para um ajuste e começa a aplicar medidas de supervisão, de for o caso”, explicou Sartori.

A partir de novembro, o Governo Federal deve divulgar outros dois índices que tomam a prova do Enade como base, que são o conceito preliminar do curso (CPC) e índice geral de cursos (IGC). Eles ainda estão em processamento e vão incluir, além do desempenho dos alunos, questões como corpo docente, infraestrutura, recursos didático-pedagógicos e ainda a avaliação dos cursos de pós-graduação de cada instituição junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

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Foram avaliados os concluintes de cursos das áreas de agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social e zootecnia. No grau de tecnólogo, o exame foi destinado a concluintes de agronegócio, estética e cosmética, gestão ambiental, gestão hospitalar e radiologia.

A prova é composta por 40 questões, divididas em duas partes: formação geral (FG) e componente específico (CE). A primeira tem 10 questões, sendo oito de múltipla escolha e duas discursivas, que contempla temas como sociodiversidade, biodiversidade, globalização, cidadania e problemas contemporâneos. Essas perguntas equivalem a 25% da nota do exame. A segunda visa aferir as competências, habilidades e o domínio de conhecimentos necessários para o exercício da profissão e é composta por 30 questões, sendo 27 de múltipla escolha e três discursivas, o que equivale a 75% da nota.

Exame – O Enade, realizado pelo Inep, é um dos componentes curriculares obrigatórios dos cursos de graduação. Fazem parte do Enade a prova para avaliação individual de desempenho e o questionário do estudante. Devem ser inscritos os estudantes de graduação ingressantes e concluintes dos cursos avaliados na edição, bem como estudantes irregulares. No histórico escolar, ficará registrada a situação de regularidade em relação à obrigação de participação do Enade.

Números – Nessa edição, o total de estudantes concluintes regulares e que foram inscritos totalizou 216.064, sendo que 195.757 realizaram a prova. O Enade foi aplicado em todas as unidades da Federação, distribuído em 942 municípios, com 1.009 locais de prova e 7.388 de salas. No total, foram avaliados 4.300 cursos, com 997 instituições de ensino superior e as áreas de avaliação somaram 18.

Perfil – O questionário do estudante é um dos instrumentos de coleta de informações do Enade, de caráter obrigatório, que tem por objetivo subsidiar a construção do perfil socioeconômico do estudante e obter a percepção quanto ao seu processo formativo. Com base no exame realizado no ano passado, entre os estudantes concluintes regulares 46,9% são jovens de até 25 anos e 54,6% vivem com os pais.

Em relação às características predominantes: 51,7% são da cor branca e 36,1% são pardos; 74,4% são solteiros; 47,6% têm renda familiar mensal de 1,5 a 4,5 salários mínimos. Em relação ao mercado de trabalho: 54,4% não estão trabalhando e 42,8% dedicam de uma a três horas de estudos por semana. Em relação à bolsa de estudos e financiamentos, 36,5% do total receberam financiamento do Programa Universidade para Todos (ProUni) ou Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Dos estudantes que receberam financiamento do ProUni ou Fies: 62,6% têm renda familiar de até três salários mínimos; 61,5% são os primeiros da família com acesso à educação superior e 29,6% ingressaram por meio de políticas afirmativas.

O resultado completo do Enade 2016 está disponível na página eletrônica do Inep.

FONTE: Ministério da Educação
http://portal.mec.gov.br/component/content/index.php?option=com_content&view=article&id=54031:inep-antecipa-resultado-do-enade-e-desempenho-das-instituicoes-federais-supera-o-das-particulares&catid=212&Itemid=86

Representação social da Educação a Distância é tema da VIII Conversa com autor

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Os professores Gustavo Guimarães Marchisotti (Universidade Federal Fluminense – UFF) e Fátima Bayma de Oliveira (Fundação Getulio Vargas – FGV), autores do artigo “A representação social da Educação a Distância sob o olhar dos brasileiros”, publicado na Ensaio 96, foram os convidados para a VIII Conversa com o autor, realizada em 15 de agosto na sede da Fundação Cesgranrio. O debate foi mediado por Ana Ivenicki, docente titular da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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À esquerda Profª Drª Fátima Bayma, ao centro Profª Drª Fátima Cunha e Prof. Gustavo Marchisotti

Os articulistas explicaram que seu texto tem o objetivo de apresentar os resultados obtidos por meio de uma pesquisa aplicada a 100 respondentes sobre sua percepção acerca da Educação a Distância no Brasil. Segundo eles, a intenção é compreender como esse modelo de ensino é compreendido pela população e se a EaD pode ser considerada um instrumento a favor da ampliação do acesso ao ensino superior no país.

Fátima Bayma foi a primeira a falar, ressaltando que os preconceitos em relação à EaD vêm sendo superados entre os especialistas em educação. Entretanto, ela assinalou que esse formato demanda constante debate para aprimoramento:

– Há uma série de controvérsias e divergências quanto ao uso da EaD. Uma delas eu comento aqui, para nós pensarmos juntos. Fala-se muito sobre a formação do cidadão, o currículo, a aprendizagem e os valores do ser humano. Eu vejo que, nesse mundo da virtualidade, é preciso reforçar a discussão e a exigência de qualidade desses cursos. Hoje, está se permitindo, no Brasil, a flexibilização da Educação a Distância e esse é um mundo que, de fato, está se descortinando para a nova geração. Nesse sentido, eu proponho irmos além do que está no artigo e considerarmos o futuro desse modelo de ensino – declarou.

Gustavo Marchisotti, por sua vez, detalhou os dados obtidos em sua pesquisa:

– Há uma percepção muito positiva sobre a EaD no Brasil, mas há ressalvas nesse pensamento. Para os respondentes, há pontos que não podem ser ignorados, entre os quais destaco: necessidade de mesclar EaD com encontros presenciais (e por isso vemos como o modelo híbrido está bem em voga aqui no país, pois aponta-se a importância de troca, de interação direta); necessidade de professores capacitados para oferecer cursos a distância, ou seja, que tenham feito corretamente a “transição” do modelo presencial ao online; e material adequado para essa modalidade, pois a dinâmica em relação ao modelo presencial é radicalmente diferente e isso interfere diretamente no envolvimento do aluno com a disciplina e o curso – falou.

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Profª Drª Fátima Bayma, ao centro Profª Drª Ana Ivenicki e Prof. Gustavo Marchisotti

Fátima possui doutorado em Educação pela UFRJ, mestrado em Administração Pública pela University of Connecticut (EUA) e graduação em Administração Pública pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), da FGV. É professora titular dos cursos de mestrado e doutorado em Administração da Ebape. Desenvolveu diversos cursos de pós-graduação na FGV, bem como o Programa de MBA de Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação da instituição. Foi Secretária-Executiva do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e Diretora de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho e Emprego. É também autora de livros e artigos nas áreas de Educação e Gestão de Saúde.

Graduado em Engenharia Industrial Elétrica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), Gustavo é especializado em Redes de Computadores pelo Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (DCC-UFMG) e mestre em Administração de Empresas pela Ebape/FGV. Atualmente, cursa doutorado em Sistemas de Gestão Sustentável na UFF. É pesquisador do Laboratório de Governo e Negócios Eletrônicos da Ebape (e:lab), além de atuar como Gestor na Dataprev e como professor  de cursos de graduação e pós-graduação, tutor de cursos online e orientador nas áreas da TI, Gerência de Projetos e Administração.

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Clarissa Macedo
Gabinete de Imprensa Fundação Cesgranrio

Carlos Alberto Serpa toca projeto social no Rio Comprido

Apostando no Futuro leva educação, saúde e cultura a moradores de quatro comunidades da região

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Carlos Alberto Serpa: “Não basta educar, projeto social é uma obrigação para quem pode ajudar” (FOTO: Felipe Fittipaldi / Veja Rio)

O professor Carlos Alberto Serpa de Oliveira, engenheiro, fundador e presidente da Fundação Cesgranrio, tem uma crença inabalável: a cultura como fator de transformação social. Essa certeza não é baseada apenas em teoria; ela se comprova diariamente por meio dos projetos que a entidade fomenta. Sem o uso de leis de incentivo e utilizando recursos próprios, a instituição investe em teatro, música, dança, literatura e artes plásticas. Mas, para Serpa, o principal projeto é o Apostando no Futuro, que leva educação, saúde e atividades culturais às comunidades de Paulo Ramos, Escadaria, Vila Santa Alexandrina e Parque André Rebouças, todas localizadas no bairro do Rio Comprido, onde a Cesgranrio está instalada.

A ideia do projeto nasceu quando a fundação se mudou, em 2001, do Cosme Velho para a atual sede. Ali, o professor se convenceu de que precisaria dar uma contribuição mais efetiva à sociedade. “Vimos a miséria em nosso entorno. Tínhamos de fazer alguma coisa, não dava para ficarmos parados”, justifica ele, que então decidiu criar o próprio projeto. Com o auxílio da professora Terezinha Saraiva e de seu filho já morto, o engenheiro Cláudio Saraiva, Serpa deu início ao Apostando no Futuro dois anos depois. “Ajudamos as pessoas a tirar documentos, oferecemos atividades de lazer, arte e cultura, reforço escolar, aulas de computação, formação para o trabalho, direcionamos a escolas, damos bolsas de estudo, distribuímos cestas básicas, encaminhamos a empregos, médicos e dentistas. É um projeto de resgate de cidadania”, resume o professor.

O atendimento é totalmente gratuito, para qualquer faixa etária, e não há nenhuma exigência, além da obrigatoriedade de o assistido ser morador das comunidades no entorno da fundação. “Vinte e cinco mil pessoas já foram beneficiadas e, no momento, atendemos cerca de 2 000 famílias”, contabiliza Serpa, que, aos 75 anos, tem a convicção de estar no caminho certo. “Não basta educar, projeto social é uma obrigação para quem pode ajudar. Para mudar o país, é preciso investir na formação das crianças e dos jovens”, alerta o educador.

Por Heloiza Gomes

FONTE: Veja Rio
Carlos Alberto Serpa toca projeto social no Rio Comprido

 

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II Semana Acadêmica

Prezados,

 A Diretoria Acadêmica e os Coordenadores dos Cursos de Gestão de Recursos Humanos e Gestão da Avaliação têm a satisfação de convidá-los para a II Semana Acadêmica da Faculdade Cesgranrio que será realizada no período de 5 a 9 de junho de 2017.

Local do Evento: Auditório da Faculdade Cesgranrio, rua Cosme Velho, 155 – Cosme Velho – RJ.

Horário: 19h às 21h

Programa completo:

Programa 2a Semana Acadêmica