Sisu 2018: resultado é divulgado

O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgado nesta segunda-feira (29), no site http://sisu.mec.gov.br/. Estão disponíveis as listas de aprovados de cada curso das 130 instituições participantes.

Em minutos, o sistema já apresentava instabilidade, como é possível ver no aviso abaixo, que apareceu às 9h07. O MEC afirmou que a equipe de manutenção está resolvendo o problema e que é possível acessar os resultados pelo link http://sisualuno.mec.gov.br. Basta preencher com o número de inscrição e a senha de acesso.

A primeira chamada também pode ser consultada nas páginas das universidades que integram o programa e na central de atendimento do Ministério da Educação (MEC), pelo número 0800-616161.

Aqueles que forem selecionados devem verificar, junto à instituição em que foram aprovados, qual o local, o horário e os documentos necessários para a matrícula. O prazo para efetivá-la vai do dia 30 de janeiro ao 7 de fevereiro.

Listas de espera

Podem tentar participar da lista de espera aqueles que:

  • não forem selecionados em nenhuma das duas opções de curso na chamada regular;
  • ou os que tenham sido convocados para a segunda opção.

Caso o candidato queira tentar, deve entrar em seu boletim de notas entre os dias 29 de janeiro e 7 de fevereiro e clicar no botão correspondente à “confirmação de interesse em participar da lista de espera”. O sistema irá emitir uma notificação avisando que a solicitação deu certo.

Os resultados serão publicados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 9 de fevereiro – e não pelo site do Sisu. É importante, portanto, que cada candidato acompanhe as convocações feitas pela universidade em que busca estudar.

Calendário do Sisu 2018

  • Inscrições: de 23 de janeiro até as 23h59 de 26 de janeiro
  • 1ª chamada: 29 de janeiro
  • Matrículas dos aprovados na 1ª chamada: de 30 de janeiro a 7 de fevereiro
  • Manifestação de interesse na lista de espera: de 2 de fevereiro até as 23h59 de 7 de fevereiro
  • Resultados das listas de espera: a partir de 9 de fevereirosisu

https://g1.globo.com/educacao/noticia/sisu-2018-resultado-e-divulgado-listas-de-aprovados-podem-ser-consultadas.ghtml

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Desafios à atratividade, formação, retenção e avaliação de professores no Brasil

scielo

 

Pesquisadores da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo revisitam publicações nacionais e internacionais que discutem a qualidade dos docentes como cerne da qualidade de ensino e, consequentemente, propõem ações para a melhoria dessa qualidade em três dimensões: atratividade da carreira, formação e retenção de professores. A essas dimensões, os autores somam uma quarta: a avaliação dos docentes, e passam a sintetizar as principais ações que deveriam ser realizadas em cada um desses aspectos no Brasil.

Os autores partem do reconhecimento de que a profissão docente tem atraído uma camada da população com o menor background cultural e econômico e da constatação de que esse é um aspecto a ser equalizado a partir dos cursos de formação. Bauer, Cassettari e Oliveira afirmam que o aumento da atratividade da profissão docente está atrelado “ao aumento dos recursos financeiros alocados no magistério, ou seja, depende de uma consistente decisão de política pública” (p. 948) que busque a melhoria do salário, das condições de trabalho e da aposentadoria.

Em relação às políticas de formação, o estudo aponta que, apesar dos inegáveis avanços em termos de investimento financeiro, pelo governo federal e pelos estados subnacionais, na formação de docentes, a expansão dos cursos ainda é muito desigual no Brasil. Regiões como Norte e a Nordeste ainda enfrentam dificuldades em atender os requisitos mínimos de formação exigidos pela legislação vigente. Nas demais regiões, a expansão dos cursos de formação inicial se dá pelo setor privado, sendo necessário produzir estudos que permitam aquilatar a qualidade de tal formação.

Reter professores, segundo os autores, permanece um desafio. A abertura a formas de contratação precária e temporária de docentes, aliada a pouca atratividade da carreira nas redes públicas de ensino, são fatores apontados como dificultadores da retenção dos formados no magistério. Tais dados são reforçados por pesquisa de José Marcelino Pinto de Resende (2014), que aponta que o foco da política deve ser fazer com que os licenciandos que se formam permaneçam no magistério, já que a quantidade de egressos dos cursos de formação relacionados ao magistério tem sido suficiente. A retenção dos profissionais na carreira do magistério relaciona-se a fatores como o salário, mas também, e fortemente, às condições de trabalho dos professores. Uma das medidas apontadas no texto seria propor ações que permitissem os professores preencherem sua jornada de trabalho em apenas uma escola.

Sobre a dimensão da avaliação, os autores apontam que as iniciativas em voga no território nacional, ainda esparsas, pouco dialogam com as especificidades do trabalho docente, sendo pautadas por critérios presentes em avaliação de funcionários públicos de qualquer setor, tais como assiduidade, pontualidade, etc. Observam que práticas em voga no território nacional não constituem realmente estratégias de avaliação de docentes, mas sim políticas de bonificação, que pouco informam sobre a qualidade dos docentes.

Os dados analisados são provenientes de análise bibliográfica de estudos produzidos no Brasil e no exterior, cujos principais achados foram sistematizados pelos autores e organizados em subitens relativos a cada uma das dimensões analisadas.

Essa organização e mapeamento das principais tendências da literatura especializada permite propor uma agenda de pesquisas futuras para os interessados nas temáticas da atratividade, formação, retenção e avaliação de docentes.

Ver mais em:

 

http://humanas.blog.scielo.org/blog/2018/01/17/desafios-a-atratividade-formacao-retencao-e-avaliacao-de-professores-no-brasil/

 

Artigo de :

Adriana Bauera 

Nathalia Cassettarib 

Romualdo Portela de Oliveiraa 

aUniversidade de São Paulo. São Paulo, São Paulo, Brasil.

bUniversidade de Brasília. Brasília, Distrito Federal, Brasil.

Políticas docentes e qualidade da educação: uma revisão da literatura e indicações de política

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40362017000400943&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

 

 

Histórias escritas por crianças refugiadas viram coleção de livros infantis

O primeiro livro escrito por Valentina Streeter Botero tem apenas 130 palavras e conta a história de uma princesa chamada Valentina. Ilustrado com sete desenhos feitos pela própria autora mirim, prestes a completar seis anos de idade, o livro “A princesa Valentina” é uma de 22 obras de uma coleção de livros infantis criados por crianças refugiadas vivendo na cidade de São Paulo. Eles foram publicados como parte de um projeto desenvolvido pelo Instituto Adus, em parceria com as empresas Estante Mágica e Alphagraphics.

Em novembro, as crianças participaram de dois dias de oficinas com facilitadores e psicólogos, onde foram incentivadas a falar sobre seus sonhos. Além de escreverem as histórias, elas mesmas ilustraram a obra que, depois, foi transformada em livros de capa dura e entregues de presente aos pequenos escritores e escritoras. A ideia para 2018 é coordenar a produção de exemplares da coleção para a venda ao público em geral, como formar de gerar renda às famílias das crianças.

https://g1.globo.com/educacao/noticia/historias-escritas-por-criancas-refugiadas-em-sao-paulo-viram-colecao-de-livros-infantis.ghtml

livro crianças

PRÊMIO RIO DE LITERATURA – FUNDAÇÃO CESGRANRIO

Prêmio Rio de Literatura prorroga inscrições até 12 de janeiro

As inscrições para a 3ª edição do Prêmio Rio de Literatura 2017, promovido pela Fundação Cesgranrio em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, foram prorrogadas até o dia 12 de janeiro de 2018. Os interessados devem acessar o site do Centro Cultural Cesgranrio. Este ano, o concurso conta com uma nova categoria, na modalidade obras publicadas: a de Poesia, além das já existentes: prosa de ficção e ensaio.

Nos três casos, a primeira edição das obras inscritas deverá ter sido publicada entre 1º de outubro de 2016 e 1º de outubro de 2017. Os vencedores ganharão, cada um, R$ 100 mil. A categoria Novo Autor Fluminense abrangerá novos nomes da literatura que tenham nascido ou residam no estado do Rio de Janeiro. A iniciativa, além de oferecer R$ 10 mil ao vencedor, também viabiliza a edição e publicação de…

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Inscrições para o ProUni começam dia 6 de fevereiro

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) do primeiro semestre de 2018 estarão abertas do dia 6 a 9 de fevereiro. A inscrição é feita exclusivamente pela

 

prouni

internet, no site do ProUni.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 14 de fevereiro e o da segunda no dia 2 de março. O ProUni seleciona estudantes para receber bolsas de estudo integrais e parciais em instituições particulares de ensino superior com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Pode participar do programa o candidato que não tenha diploma de curso superior e tenha feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do Exame. Outra condição é ter obtido nota na redação que não seja zero.

É preciso ainda que atenda a pelo menos uma das condições: ter cursado ensino médio completo em escola pública; ter cursado ensino médio na rede privada com bolsa integral; ter cursado ensino médio parcialmente da rede pública e privada, nesse caso como bolsista integral; ser pessoa com deficiência; ser professor da rede pública no efetivo exercício do magistério da educação básica.

Poderá concorrer a uma bolsa integral quem tem renda familiar bruta mensal per capta de até um salário mínimo e meio. Pode se inscrever para as bolsas parciais quem tem a renda familiar bruta mensal per capta de até três salários míninos.

 

Edição: Fernando Fraga

Sobre o FIES

Propaganda do MEC ignora cortes no Fies e fim de prazo de carência para começar a pagar financiamento

 

Nas últimas semanas, o Ministério da Educação (MEC) tem usado seus perfis nas redes sociais para anunciar alta do número de vagas oferecidas pelo Novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para 2018. Segundo a pasta, serão criadas 310 mil novas vagas, 100 mil delas com financiamento a juros zero. A equipe de checagem do GLOBO levantou dados sobre os contratos do programa nos últimos anos e mostra o que o governo federal deixou de fora das peças publicitárias.

 

Na propaganda, o ministério não deixa claro qual período foi usado como comparativo. O programa registrou diminuição no número de contratos firmados ano a ano entre 2015 e 2017, segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado à pasta. No ano passado, foram contabilizados 170,8 mil financiamentos, o que corresponde à queda de 17% frente a 2016 e ao menor patamar do programa desde 2011.

 

Se as 310 mil vagas anunciadas de fato forem preenchidas em 2018, o total de estudantes contemplados será o maior dos últimos quatro anos, mas representará apenas 40% dos inscritos em 2014, quando foram fechados 700 mil contratos com instituições de ensino credenciadas.

 

Contratos firmados pelo Fies 

 

O MEC não cita ainda, em suas propagandas, que houve mudança nas regras para o pagamento dos financiamentos por meio de uma medida provisória editada pela Presidência e aprovada pelo Congresso no fim do ano passado. O texto foi publicado no Diário Oficial da União no dia 8 de dezembro. Se antes havia prazo de 18 meses de carência para iniciar o pagamento, agora ele já começa no mês imediatamente subsequente ao da conclusão do curso.

http://blogs.oglobo.globo.com/eissomesmo/post/propaganda-do-mec-ignora-cortes-no-fies-e-fim-de-prazo-de-carencia-para-financiamento.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

mec