45% dos contratos do Fies entre 2010 e o 1º semestre ficaram no Sudeste

G1 comparou o volume de contratos e o de matrículas de cada região.
Nº de vagas em 2016 deve ser igual ou maior que em 2015, diz ministro.

Fonte: G1 Educação

Entre 2010 e o primeiro semestre de 2015, quase metade dos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para cursos de graduação foram assinados pelo governo federal com estudantes do Sudeste. Nesse período de cinco anos e meio, em que as regras do programa eram mais flexíveis em relação aos cursos e instituições participantes, o número de financiamentos chegou a 2.143.645, segundo dados do Ministério da Educação aos quais o G1teve acesso.

Na tarde desta terça-feira (8), o Ministério da Educação afirmou que as regras do Fies para 2016 serão divulgadas em uma portaria “nos próximos dias”. O MEC não deu detalhes específicos sobre as mudanças, mas afirmou que estão mantidas a prioridade para vagas de cursos com avaliação 5 e 4 e de cursos considerados “estratégicos para o desenvolvimento do país”, como os de saúde, formação de professores e engenharias.

“Além desses fatores serão também considerados na distribuição das vagas o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região e a demanda por ensino superior nas localidades, o que levará em conta o número de estudantes da região que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)”, disse o MEC, em nota.

Contratos do Fies X matrículas do Censo
Do total de vagas, o Sudeste responde por 972.744 contratos, ou 45,38%. São Paulo foi o estado com o maior número de estudantes financiados pelo programa. A porcentagem de contratos do Fies no Sudeste, porém, é mais baixa que o peso que a região tem no total de matrículas em universidades e faculdades particulares. Em 2013, o Censo da Educação Superior apontou que a região concentrava 52,87% de todos os estudantes universitários do país (veja o gráfico). Os dados detalhados do Censo da Educação Superior ainda não foram divulgados pelo governo.

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Autor: Revista Ensaio

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