Avaliação formativa enxerga o que o Pisa não vê

logo_porvir

Fonte: Porvir

Evento da Fundação Telefônica traz pesquisas e casos bem-sucedidos no Brasil e na América Latina do uso de ferramentas digitais

15/06/15 // EMPRESA // GOVERNO // ORGANIZAÇÃO SOCIAL
POR VINÍCIUS DE OLIVEIRA
Avaliar de forma contínua e ainda assim ter em mãos subsídios para um desempenho respeitável na avaliação promovida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), considerada o “Ministério de Educação do Mundo”. Esses foram alguns dos temas debatidos no “Painel de Avaliação: educação e tecnologias digitais”, realizado na última sexta-feira (12), em São Paulo, pela Fundação Telefônica Vivo, a Unesco (sigla de Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em português) e a consultoria Move.

Em sua análise, Francesc Pedró, chefe de aconselhamento de políticas, informação e comunicação da Unesco em Paris, argumentou que a educação enfrenta desde os anos 2000 um desafio para mostrar seu valor diante de um cenário econômico difícil. “Existem outras prioridades sociais que estão tomando um protagonismo maior nas discussões, como gasto com previdência. No meu país, a Espanha, a maior parte da população terá 50 anos ou mais em 2050. Para esses eleitores, o que importa mais: o gasto com inovação ou aquele com medicamentos ou pensões?”. Com isso, segundo Pedró, a fatia destinada a investimentos vai diminuindo e, por consequência, o valor que a educação recebe fica menor porque não se consegue mostrar os efeitos de todos os projetos.

Terceirização da educação: por mais lucro à empresa educacional

uol-edu

Leia mais: Acesse o link

É irresponsável falar em terceirização, no âmbito do nosso tema, a educação. Eu explico.

Falar em favor da terceirização é assumir uma posição em defesa do lucro. Sem ressentimentos, por favor. A conclusão não indica, ainda, qualquer juízo de valor quanto à (in)justiça da posição assumida. Por isso, defendê-la, na esfera da educação, é, em última análise, defender o empreendimento lucrativo nesse campo.

A terceirização tem a ver com a transferência de responsabilidades, obrigações e riscos trabalhistas, inerentes a qualquer atividade empresarial, para um terceiro. Daí o nome. O empresário sai da relação de emprego. Não emprega mais. Contrata e fiscaliza um terceirizado que presta o trabalho, pessoalmente, por seus sócios, por “quarteirizados”. Eventualmente (há sarcasmo no uso do advérbio) por seus empregados, a espécie em extinção. Atualmente, está limitada, conforme entendimento da Justiça do Trabalho, a “atividades-meio” da empresa (segurança, limpeza, etc.). De acordo com o Projeto de Lei aprovado pela Câmara dos Deputados, em abril, e submetido, agora, à análise do Senado, será estendida a qualquer atividade da empresa, qualquer uma mesmo, até sua atividade-fim – no caso das escolas, o ensino. Convido todos à leitura do texto debatido, refletindo sobre os motivos e interesses por trás de seus artigos, nas entrelinhas. Isso é fundamental para que possamos defendê-lo ou atacá-lo. Continue Lendo “Terceirização da educação: por mais lucro à empresa educacional”

USP oferecerá disciplinas da graduação em língua estrangeira

Leia Mais: uol-edu

A USP (Universidade de São Paulo) irá oferecer disciplinas optativas livres em língua estrangeira em seus cursos de graduação a partir do segundo semestre deste ano. A resolução foi aprovada pelo Conselho de Graduação.

“Essa decisão é uma mudança de paradigma. Até agora, só era permitida a oferta de uma disciplina em língua estrangeira se a mesma fosse também oferecida em língua portuguesa, o que praticamente inviabilizava a iniciativa. Com essa nova possibilidade, a USP dá um passo importante para a modernização do ensino de graduação, fortalecendo o seu processo de internacionalização”, explicou o pró-reitor de Graduação, Antonio Carlos Hernandes.

%d blogueiros gostam disto: